O país inebriou-se com as obras que alguém haveria de pagar e agora os do costume que paguem a despesa que a vidinha dos gananciosos parece estar materialmente resolvida para várias descendências.
São as pessoas do sistema escolar as que têm sido, indubitavelmente, as mais penalizadas nos sub-sistemas do estado. Tem havido cortes nos excessos, mas nada que se compare com os escolhidos. Já não se trata de cortes na gordura, uma vez que a pele já se foi e o esqueleto parece ter entrado em fase de desbaste.
A informação e a contra-informação são o que se sabe e é sempre bom desconfiar. Mas não custa nada ir lendo e avisando. Há, por exemplo, quem entenda que é indiferente um professor ter 30 anos de idade ou sessenta. Por outro lado, o modelo de gestão escolar parece que voltará a ser revogado para dar lugar a uma administração mais concelhia. Nesse caso, só o conhecimento dos detalhes permitirá um juízo mais fundamentado.
Leia as impressões do Paulo Guinote que encontrará no link que indiquei.
- Tentativa de tornear obstáculo legais por forma a que todos os docentes leccionem 22 horas (fazendo com que o artigo 79º do ECD deixe de ter efeito);
- Introdução da figura de uma espécie de ”Director Coordenador” (num modelo algo parecido com a autoridade educativa local dos modelos anglo-saxónicos);
- As equipas de direcção das escolas podem vir a ser ainda mais reduzidas, em especial com a continuação da concentração da rede escolar;
- As secretarias das escolas vão sofrer um processo de centralização, tipo ”mega-repartições” (de base concelhia em várias zonas do país?).
Ora, tudo isso já tinha começado no tempo da mlr. As aulas de substituição,apoios,etc tudo metido na componente não lectiva...Assim,professores como nós,com a redução máxima perdíamos o tempo nessas parvoíces...agora é a continuação.
ResponderEliminarO outro macaco (para não lhe chamar outro nome)
fez a política que a direita nunca se atreveu.
Agora diz que foi estudar filosofia...já lhe ouvi chamar outros nomes...
Que tempos Donatien
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