Os médicos tomaram uma atitude que deve dar que pensar a outras classes profissionais. O corporativismo pode ser criticado, mas também deve ser olhado como um dever inalienável de profissionalidade.
Reparem na cronologia destes acontecimentos com a data de hoje.
Às 16h44:
Médicos com Contrato Individual de Trabalho ameaçam rescisão em massa com o SNS
Às 21h00:
Lembrei-me que seria interessante se os professores abdicassem das menções de excelente e de muito bom atribuídas num modelo comprovadamente inaplicável e injusto.
Os médicos hospitais centrais de lisboa e porto, são na generalidade mal pagos e têm tido paciência para com o desrespeito deste e de outros governos. Mas a corda esta a esticar. As horas extraordinairas ainda iam compondo os ordenados, mas com um ordenado base tao baixo e sem horas extraordinarias como vai ser ?? Tanta responsabilidade e trabalho por 1100 euros???Peguem nos senhores ministros e no séquito de gestores hospitalares e metam-nos a atender nas urgências ou nos centros de saude sendo pagos a pouco mais que uma mulher a dias e a perder noites e fins de semana em barda.
ResponderEliminarDivertido o último parágrafo "Lembrei-me que seria interessante se os professores abdicassem das menções de excelente e de muito bom atribuídas num modelo comprovadamente inaplicável e injusto." Acho que diz isto com ironia e um toque de desencanto. Aceita-se. Parabéns pelo blog.
ResponderEliminarCreio que é necessário ir um pouco mais longe, Paulo.
ResponderEliminarVai ao meu canto ;)
Abraço.
Se é verdade que há médicos muito mal pagos, há outros que se fazem pagar demasiado bem, não obstante uma produtividade insuficiente, com jogos estranhos entre a clínica privada e o hospital público.
ResponderEliminarA vergonha é essa mesma: terem tratado da causa própria tão bem, com tanta legalidade, como só eles o podiam fazer.
ResponderEliminarSó agora Miguel.
ResponderEliminarTb temos de nos divertir um pouco, não é? Falta de NBA é o que é.
Aquele abraço.