É importante repetir o óbvio e aprender com a experiência. O equilíbrio continua a desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento das sociedades. Nóvoa, em 1992, considerou o seguinte sobre a organização escolar: "(...)“instituição dotada de autonomia relativa, como um território intermédio de decisão no domínio educativo, que não se limita a reproduzir as normas e os valores do macro-sistema, mas que também não pode ser exclusivamente investida como um micro-universo dependente do jogo dos actores sociais em presença. (...)”
A autonomia pode até revelar-se desastrosa se se copiarem modelos parecidos com os dos países do norte da Europa, por exemplo, porque há comunidades nórdicas que eliminaram o analfabetismo no século XIX e em que a participação dos cidadãos é mais qualificada e a prestação de contas uma prática enraizada. Deixar, em Portugal, instituições escolares ao abrigo dos desejos de populações que não prestam contas pode instituir um retrocesso imperdoável.
Obrigado Ana. Juntei as frases.
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