Tudo indica que será uma versão do tipo da última concertação social. Veremos quais são as mudanças que recuperam algum do poder democrático das escolas. Alterar o modelo de gestão passa, em primeiro lugar, pela eleição dos cargos intermédios e pela alteração na natureza do órgão de direcção. E claro: os órgãos das escolas têm de ser constituídos de acordo com mecanismos de prestação de contas.
Governo e sindicatos iniciam negociações para autonomia das escolas
Vai ser a estória do costume...A fne assina...
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ResponderEliminarAté já estou mesmo a ver. Tudo na mesma.
É Isabel. Mas só o facto de terem de negociar é um sinal que se reconhece que o existe não está a ter bons resultados.
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