sábado, 14 de janeiro de 2012

mozart na cozinha

 


 



 


São tantas as lojas que a coisa deve equivaler a uma multinacional e acrescentar ao currículo uma qualquer vantagem na selecção para Conselhos Gerais de EDP´s e afins. A entrevista que o fundador da maçónica Mozart dá hoje ao Público tem piada. O senhor toma como boas e naturais as seguintes ideias:"(...) Na Maçonaria, temos o dever de fraternidade. Se conheço bem uma certa pessoa, seja ela meu irmão ou amigo, e se, em igualdade de circunstâncias ela tiver capacidade para o desempenho de uma função, eu dou-lhe preferência.(...)" A uma pergunta sobre a selecção dos maçons, respondeu:"(...) Pensamos em colocar pessoas que potencialmente poderiam, de forma eficaz, transmitir os valores da democracia, tolerância e solidariedade.(...) para, um dia, se porventura viessem a assumir cargos de responsabilidade, pudessem transmitir esses valores. (...)"


 


Na mesma edição do jornal, Pacheco Pereira afirma:"(...) A questão vai mais longe do que o problema específico de corrupção, tornando-se uma questão que molda o establishment político. Tem a ver com a construção de uma máfia social e política que perverte a representação da democracia.(...)"


 


A democracia está em crise profunda e os parágrafos anteriores parecem explicar uma boa parte do que originou o estado de desgoverno a que chegámos.

5 comentários:

  1. Transmitir os valores da democracia? Não haja dúvida que é o que têm feito! :) :) :) :)
    E o Pacheco Pereira acha que é uma máfia que preverte a representação da democracia. Vou mais por aí.

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  2. O Pacheco Pereira parece bem informado, realmente.

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