sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quantos?

 


 


Não sabemos quantos somos. O tribunal constitucional e a administração interna apresentam valores bem diferentes. Quando se inventou aquele concurso desmiolado dos professores titulares, consideraram-se os dados dos últimos sete anos lectivos. Uma pessoa interessada em perceber a contestação à volta do assunto, perguntou-me o motivo do limite temporal. Disse-lhe que talvez tenha sido por causa da veracidade das informações. Os processos dos professores eram, e são, tão "analógicos", que se contasse o tempo todo o concurso era irrealizável por ausência de rigor nos dados.


 


Com tanto investimento no plano tecnológico não conseguimos saber quantos somos nem o que andámos a fazer? É diferente investir em hardware ou em software. Para o primeiro basta que se navegue em milhões, de preferência emprestados, enquanto que para o segundo se têm de cavalgar muitas horas de trabalho e os empréstimos não dão bons resultados. É um fenómeno parecido com a pato-bravista-parque escolar.sa.

2 comentários:

  1. Somos especialistas em fogo de vista e não mudamos!!

    ResponderEliminar
  2. "A Caixa Geral de Depósitos registou, durante o ano passado, prejuízos de 488 milhões de euros. A prejudicar o resultado estão, essencialmente, as provisões e imparidades registadas pelo banco público, que ascenderam a 1674,6 milhões de euros."

    ResponderEliminar