sexta-feira, 16 de março de 2012

depois do lapso

 



 


Há quem diga que a maçonaria e a opus dei alternam na ocupação da cadeira de presidente da Assembleia da República. Há quem pense que a questão deveria ficar no domínio dos partidos políticos. Depois de Jaime Gama, era a vez da opus dei e foi um lapso a escolha do confessado membro da maçonaria Fernando Nobre; ainda se falou no regresso de Mota Amaral.


 


Assunção Esteves foi lesta a dizer que não era duma nem doutra, mas que tinha sido convidada pelas duas. Ontem, e por causa do BPN, ameaçou, por duas vezes, demitir-se e entrou em conflito com a maioria que teve de a indicar. E disse o seguinte:"Hoje à saída do plenário, a presidente não desmentiu taxativamente o sucedido. Questionada sobre o braço de ferro com a direita, ontem à noite, respondeu: “Lembramos muitas vezes nos nossos debates a nossa relação com a rua, com a vida. É o essencial da função política”. Sobre se tinha ameaçado com a sua demissão, disse: “Só o povo é que me vai tirar daqui, ou quando eu quiser ir embora, no final do mandato.”

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