Como refere o blogger Ricardo Montes neste post, daqui a uns meses o desemprego nos professores será ainda mais acentuado. Depois de se saber que os professores, a par dos médicos, contribuíram para metade da redução orçamental com o desemprego e os cortes em salários e subsídios, os números hoje apresentados indicam que os docentes lideram destacados os números do flagelo do desemprego. É também mais uma machadada na propalada confiança nesse grupo profissional.
Ainda hoje o Ionline publicou um estudo (sem os detalhes empíricos, mas realizado em 12 países) que indica que os professores são os primeiros responsáveis pela motivação escolar dos alunos. Não é nada de novo e não se deve confundir desempenho escolar com educativo. O segundo é determinante e responsabiliza a sociedade, mais até do que as famílias, como a primeira e decisiva influência.
Contudo, parece que em Portugal há professores a mais e que apesar dos nossos números chocantes de insucesso e abandono escolares já abandonámos a ideia de combater mais um flagelo e estamos a regressar ao período das gerações espontâneas que elevarão os números referidos. A nossa prioridade está focada no branqueamento das PPP´s e dos casos tipo BPN, secretas e por aí fora.
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