Os mais atentos detectam a balcanização do MEC. As forças que lá estavam sobrevivem em rota de colisão com as que chegaram e que buscam a instalação. As restantes áreas da governação plasmam o estado de sítio que o fanatismo ultraliberal acentuou.
Ouvi há pouco Paulo Portas acusar os socialistas de situacionistas e os do PSD de continuidade. Para o chefe do CDS, o seu partido é a força da mudança que começa a desertar do que não seja além da troika. Os últimos dias do sistema escolar evidenciaram estas ideias e haverá uma parte do PSD que se revê nesta devastação dos serviços públicos. Tenho ideia que o núcleo forte do Governo está desorientado e falta saber o momento em que o verniz estalará.
Fica a certeza que o momento do país exigia um Governo competente, e não dependente dos interesses PPP e BPN, e que isso fatalmente não está a acontecer.
"...e que isso fatalmente não está a acontecer."
ResponderEliminarPaulo, esta é mais outra ironia, certo?
É que havia indícios e factos que mostravam que isso fatalmente não iria acontecer....
:)
Claro Fernanda. Já me cansa dizer que avisei.
ResponderEliminarEstá a ficar irrespirável Ana. Penso que uma boa parte da explicação está no post seguinte.
ResponderEliminarExcelente linque Ana; obrigado.
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