sexta-feira, 19 de outubro de 2012

evitando equívocos

 


 


 


 


Não é boa receita o regresso ao "back to basics" tradicional.


 


 


"Deliberadamente vamos utilizar terminologia clássica, aclarando, desde logo, que "não se trata de advogar ou propôr o regresso a um passado mítico, e muito menos a defender programas mínimos como ler, escrever e contar ou as tendências de "back to basics". Trata-se, pelo contrário, de abrir novas perspectivas que ponham a aprendizagem, no seu sentido mais amplo, no centro das nossas preocupações" (Novoa, 2009, 194). Somamo-nos à exigência de clareza no debate sobre as coisas públicas: "O buraco negro do debate público sobre educação, capaz de absorver e fazer desaparecer qualquer ideia que se aproxime, é hoje a dificuldade em chamar as coisas pelos seus nomes" (Fernando Enguita, 2009, 72)"


 


 


 


 


 


Angel García del Dujo.




La escuela en crisis/Recontrucción del sentido de


la actividad educativa escolar (página 83)


(a tradução é minha)

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