As direitas que formam os governos centrais na Península Ibérica estão em plano descendente, exauridas ideológicamente e sem qualquer solidariedade. O PP espanhol tenta sobreviver argumentando que não cometeu os erros imperdoáveis do Governo português. Compreende-se. A malta do mercado total é muito competitiva. Dá ideia que se aproxima vertigionosamente o momento em que caminharão juntos para a porta de saída.
Esta troca de galhardetes baralha-me.
ResponderEliminarAo que julgo saber, Espanha pediu ajuda europeia para refinanciar o sistema financeiro, num valor próximo de 100 mil milhões de euros.
Portugal pediu um resgate de 78 mil milhões de euros.
Ou estou muito equivocada, ou, sem olhar a outras variáveis decerto muito distintas e importantes, trata-se de discutir quem está na lama ou no atoleiro, a gritar desesperadamente: "Salve-se quem puder!"
[Ajuda-me, Paulo Prudêncio, que eu devo estar senil...]
Bem observado Ana. Na mouche, digamos assim, O BCE foi "obrigado" a essa ajuda e se calhar ainda bem. Esta falta de solidariedade é que é uma coisa muito má. Ou então, o Governo português está mesmo muito isolado e o seu radicalismo ideológico até indigna o PP espanhol.
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