terça-feira, 30 de julho de 2013

pulmões

 


 


 


 


É evidente que existiu o célebre telefonema de um dirigente escolar para o MEC a perguntar o lado onde se colocava o selo branco e serão inúmeras as situações semelhantes que fazem com que os pulmões do poder central se encham de "sabedoria".


 


Mas quando se constrói um modelo de gestão escolar com base na exigência de formação especializada no modo como lidar com a má burocracia ou acreditando que a chave está em pessoas que nada têm a ver com a docência, só podemos concluir: a traquitana do MEC não só não implodiu, como continua a convencer os decisores políticos que a nossa bancarrota não é também causada pelo monstro de má burocracia dos subsistemas estatais, que as exigências desse tipo de especialização são uma panaceia para resolver problemas a que a traquitana é alheia e que até está cansada de aturar. E sentenciarão: escolas, salas de aula e professores são entraves que não se dão bem com as inovações.

2 comentários:

  1. E depois da má burocracia vem o "faz de conta". O problema maior é quando se analisa o "faz de conta" com o real. Construção sem alicerces.
    O filósofo bem dizia (e continua a dizer nós é que não ouvimos), "os filhos da ignorância são capazes de maiores e melhores formas de ignorância".
    Boas Férias.

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