Parece que até os "pais" e os sindicatos estão perplexos com os cortes de 700 milhões no ensino não superior. Ninguém encontra, nem no osso, substância para a intenção governamental.
Só podemos ironizar: Crato&Casanova estão em desgraça e o ensino dito privado será o alvo do Governo.
Expliquemo-nos: ao contrário da descentralização apressada declarada por Cavaco Silva, e logo aproveitada por Nuno Crato, as pessoas que sabem de administração escolar reconhecem a "incompetência" como a causa única nos concursos de professores.
Mas há mais.
O radicalismo ideológico de Crato&Casanova também tem, ou tinha, crença nas contratações das cooperativas de ensino. Acham, ou achavam, que era o modelo de amiguismo a seguir e resolveram exportar o experimentalismo (palavras de Passos Coelho logo repetidas pelo cata-vento Nuno Crato) para a implosão do MEC. Nada me move contra a ideia de ensino privado ou confessional e todos sabemos que não é de nada disso que se trata.
Não poderiam começar pelo despedimento dos ministros da Educação e da Justiça??!!...
ResponderEliminarDe certeza que os cortes não serão nos contratos de associação com os colégios privados esses vão manter-se ou manter-se-ão pois a dupla de aldrabões e corruptos tudo fará para que a mama se mantenha.
ResponderEliminarAbriram a caixa de Pandora e não querem fecha-la!
ResponderEliminarExacto Rui e PF.
ResponderEliminarsou movido contra o ensino privado que tem orçamento providenciado pelo orçamento de estado; principalmente, por um governo cujas pessoas cuja crença ideológica é que o Estado não se mistura com o privado.
ResponderEliminarmas misturam-se as luvas.
ResponderEliminarEnfim.
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