Numa leitura apressada, quer parecer-me que o "simplificar" se complica tomando outras direções. E que para isto ser concretizável, é preciso grande investimento logístico e não só.
Caso contrário, andamos à volta, à volta...
Mas isto é uma apreciação muito rápida e fruto de uma experiência , ou melhor, de experiências de décadas no terreno.
Acrescento - qualquer "alteração" neste sector, mais talvez do que em qualquer um outro, o maior número de pessoas tem de ser ouvido. De entre essas pessoas, estão os Professores que implementam toda e qq alteração no terreno. Se os professores não acreditarem nisto, por experiências próprias por que já passaram e acabaram abruptamente e sem qq estudo, não há "reforma ou curriculo ou alteração" que resistam.
Concordo. Mas para ouvir mesmo as pessoas é preciso que estas se "libertem" do espartilho de mais ou menos hora para garantir horários nos respectivos grupos disciplinares.
"Mas, e por exemplo e pensando na logística, 4+5+3 é mais viável do que o 6+6 da PàF."
O que não me agradou no texto referido no post é precisamente esta focalização em números de ciclos de escolaridade- se é 3+4+6 ou 2+8+10, etc....sinceramente, isto é uma grande treta para empatar. O problema central não é este.
Isto faz-me lembrar as análises económicas de comentadores do tipo José Gomes Ferreira, totalmente desligadas da realidade política, social, histórica e cultural.
Compreendo. Mas como é uma das áreas onde há muito se quer mudar, é melhor discutir o assunto do que deixar um vazio ao sabor de interesses sem sala de aula.
Compreendo. Seria facilmente ultrapassado, como já foi noutros tempos, mas houve uma desorientação na distribuição do serviço docente que persiste; e sem isso...
Numa leitura apressada, quer parecer-me que o "simplificar" se complica tomando outras direções. E que para isto ser concretizável, é preciso grande investimento logístico e não só.
ResponderEliminarCaso contrário, andamos à volta, à volta...
Mas isto é uma apreciação muito rápida e fruto de uma experiência , ou melhor, de experiências de décadas no terreno.
Acrescento - qualquer "alteração" neste sector, mais talvez do que em qualquer um outro, o maior número de pessoas tem de ser ouvido. De entre essas pessoas, estão os Professores que implementam toda e qq alteração no terreno. Se os professores não acreditarem nisto, por experiências próprias por que já passaram e acabaram abruptamente e sem qq estudo, não há "reforma ou curriculo ou alteração" que resistam.
ResponderEliminarCompreendo a crítica. Mas, e por exemplo e pensando na logística, 4+5+3 é mais viável do que o 6+6 da PàF.
ResponderEliminarConcordo. Mas para ouvir mesmo as pessoas é preciso que estas se "libertem" do espartilho de mais ou menos hora para garantir horários nos respectivos grupos disciplinares.
ResponderEliminar"Mas, e por exemplo e pensando na logística, 4+5+3 é mais viável do que o 6+6 da PàF."
ResponderEliminarO que não me agradou no texto referido no post é precisamente esta focalização em números de ciclos de escolaridade- se é 3+4+6 ou 2+8+10, etc....sinceramente, isto é uma grande treta para empatar. O problema central não é este.
Isto faz-me lembrar as análises económicas de comentadores do tipo José Gomes Ferreira, totalmente desligadas da realidade política, social, histórica e cultural.
"...é preciso que estas se "libertem" do espartilho de mais ou menos hora para garantir horários nos respectivos grupos disciplinares."
ResponderEliminarOutro falso problema porque facilmente contronável.
Ou seja, e mais uma vez, já estou aborrecida com o conceito TINA.
O Paulo não está?
Compreendo. Mas como é uma das áreas onde há muito se quer mudar, é melhor discutir o assunto do que deixar um vazio ao sabor de interesses sem sala de aula.
ResponderEliminarCompreendo. Seria facilmente ultrapassado, como já foi noutros tempos, mas houve uma desorientação na distribuição do serviço docente que persiste; e sem isso...
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