Marcelo Rebelo de Sousa afirmou hoje que um "sistema político mais "plástico" tem evitado populismos em Portugal(...)e que algumas forças políticas, como o Bloco de Esquerda ou o PCP, tiveram capacidade de “enquadramento institucional” de movimentos de protesto que originaram forças populistas noutros países." Ou seja, o Presidente omitiu os populismos de direita que, a ser assim, estão integrados no antigo arco governativo com os resultados que conhecemos. Por falar em populismos, o PR também comentará um dia a vitória presidencial sem campanha, e com apoio partidário que o incomodava, porque a sua força, quase invencível, residia em anos a fio de presença televisiva que é o espaço onde se afirmam os populismos que vão tomando conta do poder mundial (e isto não é uma avaliação do seu desempenho presidencial que é mais coerente e consistente - portanto, menos populista e demagogo - que o de comentador).
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