Diz o Público que "a reestruturação da função pública vai ter limites às progressões e que para subir na hierarquia do Estado vão ser precisos prémios e promoções". A ideia arrepia e compreende-se a apreensão dos que falam do regresso da cultura Lurditas D´Oiro. Por favor: isso não! O "dividir para reinar" com um suposto mérito-para-as-massas é aterrador. Dá ideia que a patologia kafkiana (para ser brando) passou dos bastidores para a primeira linha. Se há pessoas com memória curta, obriguem-nas a ver o "Eu, Daniel Blake".
confirmado o que qualquer realista já sabia: enquanto o saque orçamental continuar a ser feito pela criminalidade bancária, compadrio politico e gestão dolosa, os trabalhadores e cidadãos fora do poder pagarão por isso tudo...
ResponderEliminarmas as consequências não serão só para quem é prejudicado salarialmente...
Assim parece. E a Europa lá se vai afundando num registo de salve-se quem puder (cada país por si). E depois, há essa categoria: o real, a realidade. Que, como sempre, depende dos olhares.
ResponderEliminar