
Boas festas.
Sabemos da crise do planeta, e da injustiça de não termos por cá todos os familiares e amigos, mas há o dever da esperança. A condição humana, e a preciosidade do tempo associada à inevitabilidade da finitude, remete a imortalidade para a possibilidade inigualável de viver cada um dos dias. A invenção dos calendários eleva-nos a memória e as viragens obrigam à reflexão que reforça o imperativo da escrita.
Obrigado por passar por aqui. Tenha um bom Natal e um feliz 2020.
Enquanto leitor assíduo meu muito obrigado.
ResponderEliminarUmas Boas Festas para o Paulo também.
Rui Ferreira
ResponderEliminar(detesto anónimos)
Somos dois a não gostar. Obrigado Rui. Abraço e boas festas.
ResponderEliminarVerdade irmão! Texto bem escrito, com sentimento e com verdade, como sempre foi teu apanágio! Beijinhos
ResponderEliminarObrigado irmã. Beijo grande.
ResponderEliminarFeliz Natal e um excelente 2020!
ResponderEliminarmotta
A passagem é agradável e como tal, não custa fazê-la.
ResponderEliminarA realidade não obnubila a trágica verdade da infelicidade profissional que se vislumbra nos próximos anos para muitos que agora estão na ‘meia-idade’, conscientes da fatalidade da inexistência de qualquer hipótese de atingir determinado patamar. E também na degradada reputação social, que remete a função a meros aios de crianças e adolescentes...
Resta a esperança de extrair satisfação dos vários momentos do calendário e das afinidades que se vão encontrando nas plataformas digitais, que talvez um dia se possam materializar em afetos mais próximos.
Fica em paz e votos enviados duplicados na intensidade em relação aos recebidos.
Que se materializem, então. Aquele abraço. Feliz 2020 e que a profissionalidade obtenha uma qualquer luz.
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