É ensurdecedor o silêncio escolar; ou seja, fala-se de escola do século XXI, de autonomia, de flexibilidade curricular e de inclusão, mas, na realidade, tudo o que é ainda mais estruturante, e com comprovados efeitos muito negativos, mantém-se imutável há mais de uma década. Fala-se do que dá algum lustro mediático e silencia-se o que é mais exigente. Dá ideia que há um misto de "nem queremos ouvir falar nisso" com "é melhor fazermos de conta que está bem assim"; claro: será mais grave se subsistir o "está bem assim" misturado com o "não faço qualquer ideia" e com a obsessão de que esta municipalização é uma panaceia progressista.
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Bem observado, Paulo.
ResponderEliminarAbraço, Zé Morgado.
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