Existem 2 processos administrativos que podem decretar o candidato menos votado (em votos e delegados) como presidente: um processo que entre no Supremo Tribunal Federal e os delegados serem instruídos a votar no candidato adversário. O 1º caso aconteceu em 2000, onde o tribunal decretou Bush o vencedor contra Gore; no 2º caso, é teoricamente possível Trump aliciar os delegados eleitos de Biden a votar nele ou aliciar os governadores dos Estados onde perdeu, a instruirem os delegados por Biden a votar em Trump. Assim, é prematuro decretar Biden vencedor enquanto não ocorrer a eleição feita pelos delegados e verificar se não há um processo que chegue ao tribunal (onde estão uma maioria de juizes nomeados pelo partido Republicano).
ora aí está: numa suposta democracia robusta, essa esperança nem sequer existia, não havendo a minima possibilidade de reverter resultados obtidos sem qualquer prova de fraude. Mas os EUA sempre foram uma Arábia Saudita cristã, com a sua monarquia familiar (Kennedy, Bush, Clinton, Adams, etc.) rodeada da oligarquia familiar empresarial (Rockfeller, Rotchild, Koch,Trump, Dupont, etc.), a dominar o poder, onde o capitalismo neoliberal mascara o fundamentalismo com muito dinheiro do PIB. Na história americana já houve exemplos de golpes palacianos para conquista ou derrube de poder, suspendendo a democracia; porque agora seria diferente, ainda por cima com um sociopata que já provou que 'os fins justificam os meios', apoiado por dezenas de milhões, a maioria deles irados com a politica partidária?
lá dizia o grande Winston, no seu cinismo, que ela era um mau sistema mas era o melhor que ainda existia... mas viver nesse modelo filosófico do 'mal menor' é um perpetuar geracional de um status quo social...
Existem 2 processos administrativos que podem decretar o candidato menos votado (em votos e delegados) como presidente: um processo que entre no Supremo Tribunal Federal e os delegados serem instruídos a votar no candidato adversário. O 1º caso aconteceu em 2000, onde o tribunal decretou Bush o vencedor contra Gore; no 2º caso, é teoricamente possível Trump aliciar os delegados eleitos de Biden a votar nele ou aliciar os governadores dos Estados onde perdeu, a instruirem os delegados por Biden a votar em Trump. Assim, é prematuro decretar Biden vencedor enquanto não ocorrer a eleição feita pelos delegados e verificar se não há um processo que chegue ao tribunal (onde estão uma maioria de juizes nomeados pelo partido Republicano).
ResponderEliminarNão me parece. A anúncio da vitória de Biden só aconteceu porque é sustentado.
ResponderEliminarcom lider republicano do senado a apoiar publicamente a atitude de Trump, parece que a minha tese está a germinar...
ResponderEliminarEspera-se que não.
ResponderEliminarora aí está: numa suposta democracia robusta, essa esperança nem sequer existia, não havendo a minima possibilidade de reverter resultados obtidos sem qualquer prova de fraude.
ResponderEliminarMas os EUA sempre foram uma Arábia Saudita cristã, com a sua monarquia familiar (Kennedy, Bush, Clinton, Adams, etc.) rodeada da oligarquia familiar empresarial (Rockfeller, Rotchild, Koch,Trump, Dupont, etc.), a dominar o poder, onde o capitalismo neoliberal mascara o fundamentalismo com muito dinheiro do PIB. Na história americana já houve exemplos de golpes palacianos para conquista ou derrube de poder, suspendendo a democracia; porque agora seria diferente, ainda por cima com um sociopata que já provou que 'os fins justificam os meios', apoiado por dezenas de milhões, a maioria deles irados com a politica partidária?
Nem mais. Só que a democracia é uma construção diária e nunca está definitivamente consolidada. E é o melhor dos sistemas.
ResponderEliminarlá dizia o grande Winston, no seu cinismo, que ela era um mau sistema mas era o melhor que ainda existia...
ResponderEliminarmas viver nesse modelo filosófico do 'mal menor' é um perpetuar geracional de um status quo social...