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Boas festas.
Sabemos da pandemia, como se já não bastasse a crise do planeta e a injustiça de não termos por cá todos os familiares e amigos, mas inscrevemos o dever da esperança. À inevitabilidade da finitude, respondemos com o privilégio de viver cada um dos dias e com a preciosidade do tempo; é a humana imortalidade.
A criação dos calendários eleva-nos a memória. Quer registos. Daí também a escrita. Gosto desse irresistível exercício e aprecio a resiliência que se afirma na igualdade justa para indivíduos livres.
Obrigado por passar por aqui. Tenha um bom Natal e um feliz 2021.
Passar por aqui faz parte dos hábitos (quase) diários mais saudáveis que (ainda) vou tendo.
ResponderEliminarEu é que agradeço manteres a porta desta casa sempre aberta e com uma janela por onde vais olhando o mundo de forma perspicaz e desassombrada.
Boas Festas e Melhor 2021!
Um abraço, Paulo.
Muito, muito obrigado Carlos por toda a atenção. Retribuo. O melhor para 2021. Aquele abraço, Carlos.
ResponderEliminarAntígona responde ao seu tio, o Rei de Tebas, Creonte, que a condenara à morte por ter desobedecido à sua lei, a de não prestar honras fúnebres a um dos seus irmãos, assim, “Eu não nasci para partilhar de ódios, mas somente de amor” (verso de Sófocles).
ResponderEliminarMais de 2000 anos passados...
Tanto que o homem ainda tem que aprender...
Bom Natal!
Nem mais! Muito bonito! Muito obrigado!
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