A minha intuição às 19h30: falta saber se o PS tem maioria ou com quem tem que se "coligar". A grande maioria dos eleitores estabeleceu as linhas vermelhas à extrema-direita dando uma lição ao PSD.
Actualização às 20h30: o BE e a CDU foram muito penalizados pela queda do Governo e pelo voto útil à esquerda.
No que respeita à classe docente, são mais umas eleições de indiferença, em que é irrelevante quem ganha, pois sabe que qualquer um dos 2 vencedores previamente declarados antes das eleições (PS/PSD; por isso seria mais barato e prático fazer um sorteio sabendo-se que só um dos 2 é que ganha…), não apresentará propostas de devolução de direitos (anos de serviço) nem de modificação da carreira; se houver propostas, será certamente para piorar o que já é mau…
ResponderEliminarSe confirmar o cenário de horror que é o PS conseguir maioria absoluta, teremos como PM o antigo nº2 da outra maioria absoluta que destruiu a carreira docente e a organização escolar. Agora no sistema educativo só existem escombros, mas as poucas paredes que ainda estão de pé podem ser derrubadas. Existem, pelo menos, 3 paredes ainda de pé, que um putativo governo maioritário pode derrubar e desse modo enterrar definitivamente a carreira docente. Um dos projetos será criar mecanismos para forçar a 'velhada' a sair por motu próprio antes das condições de aposentação, para poupar com os cortes que aplicará.
De outro modo, já não existem alvos a destruir e tudo será o marasmo que foi nos últimos 6 anos, e a via sacra de angústia e burn out para conseguir chegar ao limite minimo para pedir a aposentação.
A educação não entrou nesta campanha e só deve ter contado para um número irrelevante de eleitores. As prioridades foram outras.
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