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Percebo o asco, mas Borges identifica como matemático algo que extravaza esse campo.
ResponderEliminarEu não posso ser dono de um aeroporto, duas auto-estradas, um hospital, umas quantas escolas e meia dúzia de universidades, bem como de uma esquadra de polícia. A partir do momento que existem bem públicos estamos "condenados" a ter políticos. Há quem diga que são uma mal necessário. Há também quem diga que o Homem precisa de evoluir, por forma a ter uma perpectiva que vá além do seu umbigo, das suas "tribos", do seu país.
Actualmente não existe uma receita mágica, nunca houve, para essa questão dos bens públicos (alguns deles não demarcados por fronteiras - pensemos no ambiente).
Mas julgo que a solução passará sempre por duas palavras: tolerância e cooperação. Se isso existe em dose suficiente na natureza humana ou não, o futuro o dirá.
Saúde!
Concordo. Não subscrevo este pedaço do Borges. Aliás, "julgo que a solução passará sempre por duas palavras: tolerância e cooperação.". Sem dúvida. O contexto do Borges era outro e acho interessante a referência ao abuso das estatísticas.
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