Dizia o Público (em 06 de Março de 2017) que "a reestruturação da função pública vai ter limites às progressões e que para subir na hierarquia do Estado vão ser precisos prémios e promoções". A ideia arrepiava e compreendia-se a apreensão. Por favor: isso não! O "dividir para reinar", com um suposto mérito-para-as-massas era aterrador.
Dava ideia que a patologia kafkiana (para ser brando) passava dos bastidores para a primeira linha. Se havia pessoas com memória curta, obrigassem-nas a ver o "I, Daniel Blake".

E teve e tem. Desde que tenha o impacto orçamental que permita manter satisfeito quem negoceia à volta do OE, os efeitos nos trabalhadores são irrelevantes para quem governa, bem como os efeitos consequentes na prestação do serviço.
ResponderEliminarInfelizmente.
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