
Para além das diferenças entre o ilíquido e o líquido, há ainda outras questões fundamentais: é imprescindível saber o valor das progressões nos escalões e de incluir nos cálculos as aposentações. Há quase um ano que a tal comissão partidária ficou de o fazer e não apresentou publicamente qualquer estudo. Ou seja, e dito assim numa linguagem que se perceba: se 100 mil professores recebessem mais 100 euros líquidos para cada mudança de escalão (e há quem já não mude de escalão), o total ia parar aos 10 milhões. Multiplicando por 14 meses, encontraríamos um valor próximo dos 140 milhões. Para se atingir os milhões continuamente repetidos, era necessária muita mudança de escalão.
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