domingo, 16 de fevereiro de 2025

Dos elogios fúnebres

Querem ver que quando o Trump morrer ainda se vai elogiar a invasão do Capitólio com o argumento da "coragem que quis tornar a América grande outra vez". Elogiem os "trumpes" e depois admirem-se com os resultados eleitorais e com os comportamentos nos parlamentos. É o mesmo que escrever que o discurso de Vance em Munique "é uma extraordinária lição política" porque enaltece a força do poder executivo sobre os restantes.

4 comentários:

  1. Boa Tarde, Paulo Prudêncio
    Se em Munique tivessem estado dirigentes políticos Europeus, e não Fantoches da OTAN e Sabujos do Poder Capitalista, ali representado por aquele ser Vance, talvez este tivesse ficado a falar para as paredes e cadeiras vazias.
    Mas aqueles senhores Europeus foram lá para ouvir a lição do Mestre e levar o Puxão de Orelhas por se portarem mal, ou não tão bem como o Capital neste momento exige.
    O importante é a Máquina de Guerra funcionar e render milhares de milhões de dólares aos Complexos Militares Industriais, mais acertadamente EUAN. A saúde, a educação, a segurança social cada pessoa que cuide de si e se não conseguir é porque é um falhado e até Deus não quer nada com falhados.
    Boa tarde,
    Zé Onofre

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  2. Exatamente.
    E temos as televisões que não param de injetar veneno que todos consumimos alegremente. As redes sociais a mesma coisa. Quem controlar estes dois instrumentos de poder pode fazer do mundo o que bem entender. E chamam a isto democracia e liberdade de expressão.

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