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Com a Europa também como destinatária, "os EUA exportaram o seu estilo de corrupção", disse Joseph Stiglitz (Nobel da economia) em 2009 numa conferência no Estoril documentada pelo Jornal Público. "A exportação mais bem-sucedida da Rússia não é o gás nem o petróleo, mas a corrupção", disse Gary Kasparov (célebre xadrezista) à última edição do Jornal Expresso (na revista); e com a complacência dos dirigentes europeus.
E olhando para a Europa - e também para Portugal -, a corrupção, importada destes dois lados e para além do estilo próprio dos europeus, primeiro estranha-se pelo descaramento e pela ganância, mas depois, como se vê, entranha-se.
A corrupção pode combater-se facilmente. O problema é que não querem.
ResponderEliminarE o povo também não. Até parece que gostam. Não é o que temos visto? Corruptos a ganhar eleições?
E ainda dizem que o povo é sábio e não se engana. Nada mais falso.
Percebo a indignação e concordo com o essencial, Agostinho. Mas a um determinado nível não é fácil de combater.
ResponderEliminarNão podemos aspirar a naturezas perfeitas e a imperfeição é um elemento da vida como também o é a virtude.
ResponderEliminarMas, a corrupção, como força esmagadora da democracia e de muitas injustiças sociais básicas, pode ser combatida e vencida se as instituições politicas assim o entenderem. A questão é que não o entendem. Não querem.
Sem dúvida. Estava a pensar nos crimes que envolvem paraísos fiscais. Conheço quem se dedicou a explicar esse processo investigativo, e não é nada facial. O capital chega a passar por um labirinto de centenas de contas.
ResponderEliminarMas, Paulo, e também seria difícil banir com todos os paraísos fiscais? Porque não o fazem? E, por que razão fazem do mundo um inferno para tantas almas e só inventam e criam paraísos para a economia fiscal?
ResponderEliminarContinuo a pensar que não querem. Não interessa querer. E assim continuaremos.
Sem qualquer dúvida, Agostinho.
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