A infantilização da profissão docente não tem fronteiras, como já se suspeitava.
Há tempos exasperei-me com uma proposta do grupo de trabalho do SPGL que propunha uma espécie de guião para um "porta-folhas".
Intitulei o post de "o eduquês é a letra dos entendimentos". Nem queria acreditar numa coisa daquelas. Entendi, e entendo, que uma proposta do género explica muitas coisas.
Considero esta ideia de normalizar os "porta-folhas", e afins, claro, a mais completa desautorização dos professores e a inacreditável infantilização da sua actividade.
Recebi um pequeno vídeo que tem cerca de 3 minutos. Veja com atenção. Repare nos detalhes.
Ora clique.