sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

as intermitências da morte ponto final

Já vos tinha dito, que a obra começa e acaba com a mesma frase: “no dia seguinte ninguém morreu”. A morte adormeceu. Adormeceu de amor. Como compreendo o José Saramago. Valeu. Tive pena de chegar ao fim. O último terço do livro é um fascínio.



1 comentário:

  1. Bem. Crucificada?!!Paulo G. Trilho Prudencio
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    (mailto:pgtrilho@netvisao.pt)

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