domingo, 26 de fevereiro de 2006

sem-abrigo

. . . seabrigo.jpg . . . . . O dia nasceu pálido, Dançam gélidos, os flocos, Iluminam-se as marionetas, Celebram, o frio que não se comove. donde vem o branco que as alegra? não é dezembro, não me vêem, nem o que os meus olhos atravessam. a noite, Espera-os com os seus resguardos, Trevas que os ossos partem. . . . . . Paulo Guilherme Trilho Prudêncio (poema escrito num dia em que nevou na cidade de Caldas da Rainha, 29 de Janeiro de 2006. Coisa rara.)

9 comentários:

  1. E são tantos os corpos de cartão
    os ossos envolvidos em cobertores
    e os sacos de plástico
    carregando vidas
    Ana
    </a>
    (mailto:atpalma@yahoo.fr)

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  2. obrigado.paulo G. Trilho Prudencio
    </a>
    (mailto:pgtrilho@netvisao.pt)

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  3. obrigado.paulo G. Trilho Prudencio
    </a>
    (mailto:pgtrilho@netvisao.pt)

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  4. Adorei.cruz
    </a>
    (mailto:cruz@hotmail.com)

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  5. Obrigado.Paulo G. Trilho Prudencio
    </a>
    (mailto:pgtrilho@netvisao.pt)

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  6. Professor este poema esta muito bonito gostei mesmo


    Adeus

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  7. Obrigado Natália.
    Gostei muito que tivesses gostado.
    Obrigado.
    Paulo Prudêncio.

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  8. A figura do presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), criada em finais de Março com a publicação da lei orgânica da instituição, passou a ter um salário quase 50 por cento mais alto que a figura do seu antecessor, o presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), e superior à remuneração de um ministro.

    A notícia surge na edição desta segunda-feira do jornal Público, que assegura que, numa situação normal, o presidente da ANPC recebe mensalmente 6415 euros, que incluem 4752 euros de ordenado base e 1663 euros de despesas de representação.

    Isto é escandaloso!

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  9. Obrigado. Achei curiosa a associação. Abraço.

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