Hoje, euterpe visitou-me. Passei uma parte da tarde a ouvir uma colectânea de José Afonso. Ouvi umas duas vezes o álbum venham mais cinco. Mais de trinta anos depois, a sua música continua a convocar uma invencível glorificação. Também impressiona a excelência em que foi realizada a gravação, no Studio Aquarium, em Paris: sublime.
Li, outro dia, um comentarista político dizer qualquer coisa do género: "com o fim do soarismo termina também a ideia do antifascismo."
Pensei: que enormidade. Entre tantos argumentos que podem refutar tamanha atrocidade, fico com a singela realidade: será que o indivíduo não percebe que é impossível fazer desaparecer todos os registos áudio do génio musical que referi?
(reedição)
ResponderEliminarHá por aí uns jornalistas de meia tijela que nasceram à meia dúzia de anos, que não conhecem quase nada de há 20 anos para trás e endireitam-se todos sa dizer bazófias da malta que deu o coiro antes e depois do 25. Mas também existem por a´+i muitos velhos do Restelo sempre a dizer mal de tudo como se o Paraíso estivesse ao alcance das suas mãozinhas de quem nada faz pela vida.
É assim. Portugal um país de invejozos que mal alguém parece acertar nalguma coisa caem-lhe em cia como esses cãezinhos da moda.
ANtónioAntónio
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(mailto:luis-capota@hotmail.com)
tem piada, duas pessoas diferentes e a mesma opinião. a história tem destas coisas e a diferença de gerações também-Paulo G. Trilho Prudencio
ResponderEliminar</a>
(mailto:pgtrilho@netvisao.pt)
É para mim uma senão a maior referencia musical portuguesa a fazer da musica um belo instrumento poético mas também como uma voz firme de consciência social e politica.
ResponderEliminarSubscrevo. Obrigado.
ResponderEliminarSubscrevo o que diz, subscrevo Carpe Diem.
ResponderEliminarZeca Afonso!, nele também reside a nossa identidade cultural.
É tudo isso, obrigado.
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