Quase quatro anos depois do nascimento deste blogue, devo confessar que nem sempre tem sido fácil realizar a sua manutenção. Houve fases em que quando escrevia um post ele era de imediato publicado. Havia dias com publicações de vários post, o que me deixava de mãos a abanar para os dias seguintes, nomeadamente se a falta de vontade aparecia e instalava-se - deve considerar-se, que nos dois primeiros anos deste espaço, passava, por obrigações profissionais, horas e mais horas a operar em computadores -.
Esta ideia de escrever acompanha-me desde o final da adolescência: várias vezes, durante cada um dos dias, são diversos os motivos que me levam a pensar: tenho de escrever sobre isto. É quase imediato e até gostava de perceber o motivo: vaidade? vontade de comunicar? gostar de escrever? arrumar ideias? consolidar o pensamento e o discurso? estado de alma? Se calhar, uma mistura de tudo isto.
Por vezes, converso com os que me dizem que passam por aqui. Alguns redigem comentários, mas a grande maioria prefere escrever-me um mail com as suas opiniões ou falar comigo e transmitir as suas ideias. Gosto desse tipo de conversas: motivam-me e aumentam a minha responsabilidade (e a propósito, devo fazer outra confissão: sou muito dado a compromissos: poucos mas firmes). Nada de novo, uma vez que quem escreve e publica espera sempre que alguém o leia. Julgo estar dentro da razão.
Estou numa boa fase. Tenho posts escritos até ao mês de Março. Claro que questiono-me da validade deste meu exercício - e do tempo que me exige - que, entre os aspectos que já referi, garante-me a liberdade de publicação, sem estar sujeito aos condicionalismos de edição que tantos referem, mas que, francamente, desconheço em absoluto. E aqui entro num domínio que tem sido objecto de algumas conversas: o da publicação em livro de alguns dos escritos. Algumas pessoas falam-me nisso, talvez, e apenas, por cortesia ou simpatia. Não sei. Não as levo muito a sério, e não estou a armar ao imodesto, e sou sincero: tenho a ideia que não trazia para casa um livro com escritos do género dos meus. Sei que se escreve e publica como nunca, mas não me reconheço com condições para isso. Já nem me socorro das insondáveis questões do talento: refiro, apenas, a necessidade de dedicar muitas horas mais ao exigente exercício de escrever: e, principalmente, ao de ler.
Esta ideia de escrever acompanha-me desde o final da adolescência: várias vezes, durante cada um dos dias, são diversos os motivos que me levam a pensar: tenho de escrever sobre isto. É quase imediato e até gostava de perceber o motivo: vaidade? vontade de comunicar? gostar de escrever? arrumar ideias? consolidar o pensamento e o discurso? estado de alma? Se calhar, uma mistura de tudo isto.
Por vezes, converso com os que me dizem que passam por aqui. Alguns redigem comentários, mas a grande maioria prefere escrever-me um mail com as suas opiniões ou falar comigo e transmitir as suas ideias. Gosto desse tipo de conversas: motivam-me e aumentam a minha responsabilidade (e a propósito, devo fazer outra confissão: sou muito dado a compromissos: poucos mas firmes). Nada de novo, uma vez que quem escreve e publica espera sempre que alguém o leia. Julgo estar dentro da razão.
Estou numa boa fase. Tenho posts escritos até ao mês de Março. Claro que questiono-me da validade deste meu exercício - e do tempo que me exige - que, entre os aspectos que já referi, garante-me a liberdade de publicação, sem estar sujeito aos condicionalismos de edição que tantos referem, mas que, francamente, desconheço em absoluto. E aqui entro num domínio que tem sido objecto de algumas conversas: o da publicação em livro de alguns dos escritos. Algumas pessoas falam-me nisso, talvez, e apenas, por cortesia ou simpatia. Não sei. Não as levo muito a sério, e não estou a armar ao imodesto, e sou sincero: tenho a ideia que não trazia para casa um livro com escritos do género dos meus. Sei que se escreve e publica como nunca, mas não me reconheço com condições para isso. Já nem me socorro das insondáveis questões do talento: refiro, apenas, a necessidade de dedicar muitas horas mais ao exigente exercício de escrever: e, principalmente, ao de ler.
Continua a escrever!!! A arrumar as ideias!!! Eu leio o que tu escreves!!!
ResponderEliminarContinua a escrever!!! A arrumar as ideias!!! Eu leio o que tu escreves!!!
ResponderEliminarObrigado Francisco. Abraço.
ResponderEliminarUm blog é uma forma de comunicação nova para um ambiente comunicacional também novo (chamemos-lhe blogosfera). Vale a pena pensar num livro, mas nesse caso um livro de raíz. Na minha opinião, dos posts de um blog não sai um livro, que tem uma natureza e um destino distintos dos dos blogs.
ResponderEliminarEm suma, conselho de um visitante regular do seu blog: continue com o "correntes" e pense num livro.
Parabens pelo aniversário. Ergo a minha taça.
Abraço
Olá meu caro João Serra. Obrigado pelo comentário, muito obrigado. Agradeço o estímulo e registo com muita atenção o que escreveu. O "correntes" vai continuar :), claro. Abraço.
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