Recebi, via email, mais um texto apócrifo. Já dei conta do facto de não me entusiasmar muito a ideia de publicar coisas assim. E não é por nada de especial, é apenas para obrigar-me a escrever e, em consequência, ser mais exigente comigo próprio.
Mas a rede fantástica em que se tornou a internet permite receber verdadeiras pérolas nos diversos suportes.
Ora, meu caro leitor, leia o que se segue e medite um pouco. Vale a pena, asseguro-lhe.
"Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exactamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro.
Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
- Pronto, agora vai sarar! E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...
Talvez os atletas fossem deficientes mentais...
Mas com certeza, não eram deficientes espirituais...
'Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos...".
"Procure ser uma pessoa de valor,
em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é só consequência ".
(Albert Einstein)
ResponderEliminarMas que experiência! Os professores ganhariam muito em reflectir sobre tão elevada atitude. Para retirarem conhecimento sobre a essência da avaliação que fazem dos seus alunos e sobre a que aí vem para eles próprios.
GRANDE POST. Grande tema. Parabéns, mais uma vez, pelas suas escolhas. Elas também o definem a si.
Obrigado. Quando postei pensei nos professores. Abraço.
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