quinta-feira, 5 de junho de 2008

boas reformas

 


 


 


Li noutro blogue uma notícia que retrata a  situação que se vive no Reino Unido em relação à educação e lembrei-me imediatamente do que se passa em Portugal. São cada vez os mais os que advogam a "implosão" dos serviços centrais e regionais do ministério da educação, reformulando-os por completo, com sobrevivência para um conjunto muito reduzido de departamentos, como, por exemplo, proponho no texto "escolas sem oxigénio":



  • Os governos devem tratar dos programas e dos exames nacionais, das melhores medidas para a gestão de recursos humanos, da organização da rede escolar, e da simplificação dos procedimentos administrativos conducentes à obtenção da informação que suporta as decisões nos domínios referidos. Deve também organizar a rede de formação científica dos docentes e os programas de avaliação externa das escolas de acordo com princípios modernos de gestão da informação.


Num país sem uma divisão administrativa claramente definida, não se entende a existência de serviços que se desmultiplicam e que se sobrepõe, centralizando e dificultando a vida das diversas instituições.






  • "Quatro distintos académicos ingleses atacam as políticas educativas do Governo do Reino Unido, argumentando que o excesso de legislação, directivas e interferências do ministério da educação nas escolas revela desconfiança nos professores e cria instabilidade e confusão. Acusam o Governo de sujeitar as escolas públicas a uma revolução permanente e a mudanças constantes, provocando grandes malefícios nas escolas. Na carta que escreveram ao jornal Independent, afirmam que o ministério da educação ja não faz parte da solução, sendo, pelo contrário, a origem dos problemas".





Pode ler a notícia completa por aqui.


 


Um boa ideia de reforma da 5 de Outubro em 23 segundos.


 


Ora clique.


 


 


 


 


 


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