As "intermitências na queda do monstro", rubrica que criei em paralelo com o "esboroar do monstro", vai terminar por aqui. Fica-se pelo número onze. O "esboroar do monstro" vai continuar até que ele caia.
Já li, e publiquei, os comunicados todos com as conclusões sobre a reunião, do dia 29 de Outubro de 2008, entre os movimentos de professores e a fenprof.
Já escrevi muito sobre o assunto das duas manifestações, o que pode ser consultado noutras entradas deste meu blogue. A partir de agora, e no que às manifestações próximas diz respeito, tenho ideia de participar numa única, embora, e repito, apoie todas as manifestações que entretanto se venham a realizar (vivo nas Caldas da Rainha, os sábados são o que são, e a luta nas escolas, o cerne da questão, tem os medos espantados): a do dia 8 de Novembro de 2008. Mas foi necessário um valente estremeção para que isto fosse assim.
E é como se sabia: a luta é longa e cá estaremos para os seus desenvolvimentos. Na nova "rede" a regulação de vontades é coisa do passado e o monstro só está a cair porque é inexequível e cria brutais injustiças.
Percebo que não foi fácil chegar aqui. Quero compreender os mais variados argumentos. Não responsabilizo quem quer que seja pelo desfecho deste processo. Penso que imperou a sensatez à volta do essencial.
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