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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (11)

 


 


As "intermitências na queda do monstro", rubrica que criei em paralelo com o "esboroar do monstro", vai terminar por aqui. Fica-se pelo número onze. O "esboroar do monstro" vai continuar até que ele caia.


 


Já li, e publiquei, os comunicados todos com as conclusões sobre a reunião, do dia 29 de Outubro de 2008, entre os movimentos de professores e a fenprof.


 


Já escrevi muito sobre o assunto das duas manifestações, o que pode ser consultado noutras entradas deste meu blogue. A partir de agora, e no que às manifestações próximas diz respeito, tenho ideia de participar numa única, embora, e repito, apoie todas as manifestações que entretanto se venham a realizar (vivo nas Caldas da Rainha, os sábados são o que são, e a luta nas escolas, o cerne da questão, tem os medos espantados): a do dia 8 de Novembro de 2008. Mas foi necessário um valente estremeção para que isto fosse assim.


 


E é como se sabia: a luta é longa e cá estaremos para os seus desenvolvimentos. Na nova "rede" a regulação de vontades é coisa do passado e o monstro só está a cair porque é inexequível e cria brutais injustiças. 


 


Percebo que não foi fácil chegar aqui. Quero compreender os mais variados argumentos. Não responsabilizo quem quer que seja pelo desfecho deste processo. Penso que imperou a sensatez à volta do essencial.

intermitências na queda do monstro (10)

 


 


Recebi agora por mail o comunicado do MUP (outro dos movimentos de professores). 


 


Diz o seguinte:


 



Caros colegas,


 


A POSIÇÃO OFICIAL DO MUP NOSSO BLOGUE!


HAVERÁ MESMO DUAS MANIFESTAÇÕES: Dia 8 e DIA 15.


Tal como se pode ler no Comunicado, "os professores manifestar-se-ão em Lisboa, no dia 8 de Novembro, numa manifestação que terá todo o nosso apoio.


No entanto, muitos (os mesmos e outros) estarão, de forma livre e espontânea, no dia 15, reforçando a luta apenas contra a desastrosa política da educação e contra os três pilares em que assenta: o ECD e tudo o que dele decorre, como a divisão da classe em duas categorias e o actual sistema de avaliação, o modelo de gestão e a degradação da qualidade da escola pública."


Constituição de uma FRENTE NACIONAL DE LUTA, com todos os activistas DISPONÍVEIS PARA A LUTA!


SÓ ASSIM, CONSEGUIREMOS DERROTAR O MONSTRO! 


MUP 


NOTA: FIZEMOS AS PONTES COM TUDO E COM TODOS… A HISTÓRIA NÃO SE COMPADECE COM HESITAÇÕES E COM MEDOS, TENHAM ELAS AS CONSEQUÊNCIAS QUE TIVEREM…


PASSA ESTA MENSAGEM AOS COLEGAS, PARA QUE A NOSSA LUTA SAIA REFORÇADA.


 




 


 

intermitências na queda do monstro (9)

 


 


 


 


Recebi por mail o seguinte comunicado que merece publicação:


 


 


 


 


A Federação Nacional dos Professores, FENPROF, representada por alguns elementos do seu Secretariado Nacional, e 3 Movimentos de Professores (APEDE, MUP e Promova), representados por alguns professores mandatados para o efeito, reuniram na noite do dia 29 de Outubro de 2008, em Lisboa, com o objectivo de trocarem impressões sobre a situação que se vive hoje nas escolas portuguesas, as movimentações de professores que resultam da necessidade de enfrentar a ofensiva sobre a escola pública (e os professores em concreto) que este Governo continua a desenvolver e, concretamente - conforme constava da iniciativa que estes 3 Movimentos tomaram ao solicitar este encontro à FENPROF - , serem explicitados os motivos que levaram à convocatória de uma iniciativa pública de professores marcada para o próximo dia 15 de Novembro.


Em relação à análise da situação hoje vivida nas escolas portuguesas, às causas e objectivos dos grandes factores de constrangimento a uma actividade lectiva encarada e desenvolvida com normalidade, e à ideia de ser imprescindível pôr cobro de imediato aos principais eixos da política educativa levada a cabo por este Governo, verificou-se uma grande convergência de opiniões entre todos os presentes, nomeadamente quanto:


· à mensagem que é necessário transmitir, para todos os sectores da sociedade civil, de que a luta actual dos professores não é movida por meros interesses corporativos, já que reflecte antes uma profunda preocupação com o futuro da escola pública e com as condições indispensáveis a uma dignificação da profissão docente enquanto factor indispensável a um ensino de qualidade


· ao repúdio, veemente e inequívoco, deste modelo de avaliação do desempenho docente, à necessidade de incentivar e apoiar todas as movimentações de escola que conduzam à suspensão imediata da sua aplicação e à urgente perspectiva de se abrirem negociações sobre outras soluções alternativas, que traduzam um novo modelo de avaliação, tanto mais que sucessivos incumprimentos do ME do memorando de entendimento que foi forçado a assinar no ano lectivo anterior com a Plataforma de Sindicatos praticamente o esvaziam de conteúdo e a delirante investida na alteração da legislação sobre concursos mais não faz do que confirmar


· à recusa dos princípios fundamentais em que assenta o Estatuto de Carreira Docente imposto pelo ME aos professores, nomeadamente a criação de duas carreiras, a hierarquização aí estabelecida e os constrangimentos ao acesso e à progressão na carreira, apontando-se também este factor como condicionador de soluções ao nível de avaliação do desempenho docente e não só, pelo que urge a abertura de processos negociais tendentes à sua profunda revisão


· à rejeição de um modelo de gestão e administração escolares que visa, essencialmente, o regresso ao poder centralizado de uma figura que foge ao controlo democrático dos estabelecimentos de ensino e se assume unicamente como representante da administração educativa nas escolas.


Por último, os representes das estruturas, assim reunidos, reafirmam a sua intenção de tudo fazerem no sentido da convergência das lutas, para incrementar e reforçar a unidade entre todos os professores e em defesa da Escola Pública.


Lisboa, 30 de Outubro de 2008


FENPROF

APEDE

MUP

PROmova


 


 


 


É difícil chegar ao simples. Mas é muito fácil aparecer alguém para complicar.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (8)

 


 


O jornal público faz a seguinte notícia de última hora:


 


 



Sindicatos e movimentos de professores ainda sem acordo quanto a protesto único.

 

30.10.2008 - 21h47 Graça Barbosa Ribeiro

Os sindicatos e os movimentos de professores ainda não chegaram a acordo quanto à eventualidade de realizarem uma manifestação única na próxima semana em Lisboa, passadas que estão quase 24 horas após a reunião entre representantes da Plataforma Sindical de Professores e dos movimentos independentes de docentes.



Mário Nogueira, porta-voz da plataforma sindical e dirigente da Fenprof, desvaloriza, contudo, o facto de não ter sido, ainda, elaborado um comunicado conjunto, como fora acertado por ambas as partes. “Não há comunicado porque ainda não há consenso em relação a alguns aspectos”, disse, em declarações ao PÚBLICO, frisando que, independentemente daquele documento, a “plataforma sindical espera que todos os professores — individualmente, sindicalizados ou integrados em quaisquer movimentos — participem no protesto de 8 de Novembro”.



Após o encontro de ontem à noite (em que Mário Nogueira não participou), um dos três movimentos independentes, a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APED), divulgou um comunicado no seu blogue (http://apede.blogspot.com) em que anunciava que “o diálogo decorreu num clima de franqueza e de abertura”, e que havia sido criado “um compromisso no sentido de se abrir a possibilidade de uma única manifestação em Novembro”. 



Mas, apesar do interesse dos professores, que ao longo do dia se manifestaram na caixa de comentários do blogue, o comunicado — que à 01h39 da madrugada de hoje era prometido para “breve” — não foi ainda divulgado.



Nem Mário Nogueira nem Mário Machaqueiro, da APED, divulgaram o que divide as várias organizações, que mantêm a negociação em aberto. Mas, ontem, já se previa que o acordo fosse difícil. Em declarações à agência Lusa, os representantes dos movimentos não sindicais de professores — que convocaram uma manifestação para dia 15 — classificavam como “essencial”, para uma aproximação, a denúncia do memorando de entendimento estabelecido entre a plataforma sindical e o Ministério da Educação. E o secretário-geral da Fenprof excluía, “em absoluto”, a possibilidade de tal acontecer, argumentando que o documento em causa “veio defender os interesses dos 140 mil professores” portugueses. 

 

É preciso paciência, realmente.

Com tantos tiros nos pés, algumas pessoas parecem calçar um bom setenta e quatro para ainda se manterem de pé.

intermitências na queda do monstro (7)

 


 


 





No blogue da APEDE (Associação de Professores e Educadores na Defesa do Ensino) foi, hoje, dia 30 de Outubro de 2008, publicado o seguinte post:








A APEDE, o MUP e o PROmova reuniram-se nesta quarta-feira com membros do secretariado nacional da FENPROF. O diálogo decorreu num clima de franqueza e de abertura. Desse encontro deverá sair um comunicado conjunto que será, em breve, divulgado. Foi também criado um compromisso no sentido de se abrir a possibilidade de uma única manifestação em Novembro.


 





Aguardemos então pelo tal comunicado conjunto. A partir daí, poderemos iniciar o processo de mobilização para a importante manifestação.

intermitências na queda do monstro (6)

 


 


 



 


 


(encontrei esta imagem no blogue do Miguel Pinto; aqui)


 


 


 


 


 


 


E já se sabe: se tivermos que recomeçar o que quer que seja, partiremos cada vez com mais força. Temos a razão do nosso lado: só por isso.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (5)

 


 


 


Os jornais nacionais começam a fazer notícia na primeira página. O Jornal de Notícias, na sua edição de 27 de Outubro, é um deles. O que vai ler tanto poderia ser mais um sinal do "esboroar do monstro" como de intermitências na sua queda. Escolhi a segunda rubrica pelo conteúdo da notícia.


 


Ora leia:


 



Professores tentam alinhar posições para novos protestos


Possibilidade de professores voltarem a sair à rua numa "acção concertada" não está excluída

00h30m


ALEXANDRA INÁCIO


Representantes de alguns movimentos de professores, que agendaram uma manifestação para 15 de Novembro, contactaram os sindicatos. O encontro vai realizar-se depois de amanhã, dia 29, na sede da Fenprof, em Lisboa.



O contacto surge depois de na última semana se terem multiplicado, na Internet, apelos para uma "acção concertada" entre sindicatos e movimentos. As associações, recorde-se, agendaram uma manifestação para 15 de Novembro; poucos dias depois, a Plataforma Sindical de Professores convocou um "plenário nacional" para dia 8, precisamente, uma semana antes.


"Será neste momento adequado duas manifestações em Lisboa?" As associações "não podem ser vistas como movimentos anti-sindicais mas tão-somente como movimentos a favor dos professores?", questiona uma professora num blogue.


O Movimento Unidade e Mobilização dos Professores e a Associação dos Professores e Educadores em Defesa do Ensino foram duas das associações que marcaram a manifestação. O protesto, justificaram, foi convocado devido ao "enorme cansaço e saturação" dos docentes em relação ao modelo de avaliação. Depois da imagem de união que levou à rua 100 mil professores, na Marcha da Indignação, em Março, os movimentos começaram a divergir dos sindicatos quando a Plataforma assinou com o Ministério da Educação o Memorando de Entendimento, em Abril. Os movimentos acusaram, então, os sindicatos de não aproveitarem a "força" que lhes foi conferida pela maior manifestação de uma só classe em Portugal. A Plataforma alega que o acordo serviu para "salvar" o final de ano lectivo.


O encontro de quarta-feira não tem "pontos em agenda pré-definidos". Na eventualidade de um dos lados desistir de uma data "em nome" da convergência, deverão ser os movimentos a abdicar.


"Não faz sentido o inverso", defendeu ao JN Carlos Chagas. Tal como professores mencionam nos blogues, os sindicatos sublinham o argumento de que são eles que se sentam legalmente à mesa com o ME para negociar.


"A marcação de duas datas não faz sentido", reconheceu ao JN o presidente do Fenei/Sindep, distinguindo que ao contrário dos movimentos a convocatória dos sindicatos faz parte de uma estratégia de luta. "O ideal seria que todos se juntassem numa mesma manifestação" e que as associação "dessem o seu apoio à Plataforma, uma vez que também são os sindicatos que dão a cara ao Governo". A desunião, insiste, nunca esteve em causa porque os "objectivos são os mesmos".


O ME considera que os sindicatos estão a quebrar o Memorando ao pedirem a suspensão da avaliação. Mário Nogueira alega que no documento "não está escrito que os sindicatos têm de ficar calados".



 

terça-feira, 28 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (4)

 


 


 


Os órgãos de comunicação social vão dando conta do que está para acontecer. Ora leia:


 


 


«Fenprof recusa desmarcar protesto», este é o título de uma notícia do Diário de Notícias, de hoje, dia 28 de Outubro de 2208. Aí, pode ler-se o que o secretário-geral daquela federação pensa: «Nós não vamos suspender uma acção para a qual já há centenas de pessoas mobilizadas.» Mais à frente, acrescenta: «Se houver duas manifestações há. Se houver dez, melhor. O que não pode é haver uma manifestação em que o discurso antiministerial é tão forte como o anti-sindical.»


 


 


Nem sei se estas declarações são ou não oportunas. Espero que não passem de um marcar de posição antes de um momento importante. Daqui a uns dias se saberá.


 

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (3)

 


 


 


Recebi por mail um texto com as conclusões da reunião que os diversos movimentos realizaram, no dia 24 de Outubro de 2008, em Leiria.


 


Fica a saber-se:


 



 


 


"No passado dia 24 de Outubro, realizou-se uma reunião de representantes da APEDE, do MUP e do PROmova, bem como de membros do movimento de professores de Leiria, com vista a analisar a situação actual da luta dos professores, a definir os princípios e as reivindicações que nos devem mobilizar e a preparar a manifestação de 15 de Novembro.

O diálogo e a troca de informações deixaram transparecer a grande adesão e mobilização dos professores, nas mais diferentes escolas do país, em torno da referida manifestação. Foi também consensual que esta não poderá ficar confinada a exigências de carácter socioprofissional, devendo antes denunciar, com a maior amplitude possível, a actual degradação do ensino e do sistema educativo, dirigindo-se à sociedade civil e mostrando que a causa dos professores é, hoje, a causa de todos os portugueses preocupados com o futuro de uma escola pública democrática, socialmente inclusiva mas exigente para todos os actores nela envolvidos.

Os movimentos presentes nesta reunião foram unânimes em assumir a manifestação de 15 de Novembro como uma afirmação genuína dos professores, vinda das bases e indo ao encontro da resistência espontânea que se está a desenvolver nas escolas. Estes movimentos querem, com a referida manifestação, contribuir para a intensificação dessa resistência, cujo objectivo final será o derrube de todas as políticas despóticas que têm procurado quebrar a vontade dos professores e destruir uma escola pública de qualidade.





 



Foi ainda estabelecido que estes são os princípios gerais que irão nortear a posição dos movimentos na reunião agendada com a Direcção da FENPROF para o próximo dia 29."


 


 


Ficamos então a aguardar pela reunião de 29 de Outubro de 2008. Talvez, depois disso, tudo fique mais claro. Vamos esperar.


 

intermitências na queda do monstro (2), olha quem!...

 


 


 


 


 


 


 


Já tinha lido notícias nesse sentido: os partidos políticos começam a acordar para os assuntos relativos à ponta do "iceberg": a avaliação do desempenho dos professores portugueses. Uns mais do que outros, como também já afirmei. E há mesmo um que se tem posicionado de modo sistemático e muito esclarecido.


 


Mas o que não estava assim tanto à espera era do que vai ler de seguida e que retirei de alguns órgãos de comunicação social.


 


Não é que uma das pioneiras das políticas que massacram os professores portugueses, vem agora dizer umas coisas que até considero contaminadas por um princípio muito central: o mimetismo?


 


Ora leia:


 


Manuela acusa PS de humilhar. 


 


Manuela Ferreira Leite foi ontem ao congresso dos autarcas sociais-democratas para acusar o PS de "humilhar" professores, juízes e funcionários públicos. Uma estratégia, denunciou a líder do PSD, que os socialistas utilizam sempre que pretendem avançar com reformas em alguns sectores da sociedade. 



Para Ferreira Leite , o objectivo do PS é "criar na opinião pública a ideia de que essa classe deve ser marginalizada e, nessa altura, entrar com toda a força e prepotência para resolver ou tentar resolver aquilo que encarou como problemas da classe". Por exemplo, a presidente laranja destacou que a "ideia lançada [pelo Governo] sobre os funcionários públicos foi, pura e simplesmente, a de que são uns inúteis".


 


 


 

domingo, 26 de outubro de 2008

intermitências na queda do monstro (1)

 


 


Decidi abrir um nova rubrica, "intermitências na queda do monstro", para a publicação de novos desenvolvimentos na luta que opõe a maioria do professores portugueses ao ministério da Educação. Já tinha aberto uma outra rubrica, que intitulei de "esboroar do monstro", onde dou conta do que me vai chegando no sentido de mais um empurrão à queda sem fim do assombro.


 


Mas, e como se sabe, a luta é longa e acontece-lhe o mesmo que nas aprendizagens: nem tudo é linear, não se caminha sempre em frente, por vezes recua-se e há mesmo momentos em que parece que tudo se está a perder. Mas também aparecem surpresas e quando menos se espera dão-se verdadeiros saltos em frente. Nesta rubrica serão publicadas todas as ideias que os meus critérios indiquem o seu enquadramento nas premissas definidas.


 


Sabendo tudo isso, e estando consciente das dificuldades, relevo como factor determinante dois aspectos imperativos: a razão dos professores (o caminho percorrido já leva feridos que cheguem) e a necessidade de se unir esforços.


 


Chegam-me ecos de alguma perplexidade com a tomada de posição recente dos movimentos. Não olharia os factos desse modo: aguardaria pela reunião de 29 de Outubro (entre os sindicatos - todos? - e os movimentos) e construiria a partir daí um discurso mais informado e inteligível.


 


Bem sei que o "29 de Outubro" já deveria ter ocorrido. Mas as coisas são como são. Vamos acreditar na boa-fé de todos os envolvidos e pugnar por um registo de sensatez e de tolerância onda deve imperar o mais escrupuloso respeito pelas idiossincrasias de cada um.