Estou um bocado triste, mas isto passa. A marcação de duas manifestações de professores tem os contornos a que já aludi em entradas anteriores. Ainda tenho esperança nalguma espécie de consenso, mas isso não parece fácil: se se realizarem as duas, que seja.
Se, entretanto, o monstro não de esboroar, já se sabe: a luta seguirá "dentro de momentos".
Mas continuo à espera de algo mais sobre as lideranças neste processo: quer se queira quer não se queira, as lideranças existem: umas mais voluntárias do que outras. Em qualquer dos casos, devem assumir as suas responsabilidades. Afinal, tiveram oito meses para isso. A menos que tenham estado distraídas mas, e como isso seria uma coisa quase descomunal, não acredito.
Entretanto, encontrei um vídeo soberbo noutro blogue. Pode ajudar a tornar mais inteligível o meu raciocínio sobre aquilo que sempre se deve esperar de uma liderança.
Ora clique.
(reedição. 1ª edição em 21 de Outubro de 2008).
O video é de facto excelente. Já o conhecia mas o facto de o Paulo lhe ter dado o título "Liderança" permitiu-me vê-lo numa outra perspectiva, ligada à nossa situação nas escolas. Nesse sentido deixo aqui uma citação que me aperece muito apropriada:
ResponderEliminar" Os supervisores do ensino terão que ir ao baile e conduzir a dança” - Harris, B. (2002).
Infelizmente não é esta a atitude que observamos nas liderenças intermédias ou de topo....
O seu a seu dono: já tenho o vídeo por aqui há muito tempo: não tenho a certeza se o título foi escolhido por mim.
ResponderEliminarÉ realmente um vídeo excelente e que pode ter as mais diversas leituras e que, inclusivamente, podem oscilar com o passar do tempo. Sempre o raio do tempo.
Abraço.
Sabes Paulo!?... Atrevo-me a pensar/dizer que talvez nos falte a "criança" do video... Ela desapareceu... Nus casos mais legitimamente, noutros algo egoístaca ou egocentricamente, mas o certo é que a "criança", que deambulou brevemente pelo meu (quase) subconsciente, ao (re)ler o texto, após também revisionar o video (porque já o conhecia de algures), parece não estar presente... Ela seria (ou poderia sê-lo) ou funcionaria (ou poderia funcionar) como uma espécie de catalisador/redutor, símbolo-guião ou algo no género, se estivessse presente... Mas, infelizmente, não está... Ou então sou eu, com os meus olhos agora mais desgastados, que a não vê ou, se a vê, não a consegue reconhecer... Porém, estou espectante... Já não penso no dia 15... De momento, ambiciosamente, o meu esperar é já do dia 16...
ResponderEliminarAbraço
Lindo meu caro. Obrigado e um abraço.
ResponderEliminarObrigado. Passarei por lá.
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