quinta-feira, 23 de outubro de 2008

lucubrações (arquivo de ideias simples) e esboroar do monstro (5)

 


 


 


A sensatez vai fazendo o seu caminho. Nunca se deve perder a esperança, quando as causas que movem as pessoas são da dimensão que se conhece.


 


É muito importante manter de pé a ideia que ainda se vai a tempo de construir a unidade. Merecemos isso.


 


A Fenporf exige a imediata suspensão do modelo de avaliação do desempenho dos professores. É um passo importante, mesmo muito importante.


 


 


Pode ler-se no dite da Fenprof no dia 23 de Outubro de 2008.


 


 


 


"A Plataforma Sindical dos Professores promove nesta sexta-feira, dia 24 de Outubro, pelas 17.00 horas, no Hotel Marquês de Sá, uma Conferência de Imprensa em que tornará públicas as razões por que, face à actual situação de desorganização, disfuncionamento e conflitualidade que a aplicação do modelo de avaliação do desempenho está a provocar nas escolas, exige a sua imediata suspensão.


A Plataforma Sindical dos Professores convida os/as Senhores/as Jornalistas a acompanharem esta Conferência de Imprensa."


 


 


Já se sabe: esta coisa do sub-mundo da blogosfera até nos vai consumindo horas e mais horas nocturnas e que não são nada fáceis de aguentar. Mas como é uma coisa voluntária, não deixa espaço para queixumes. E no meio de tanta canseira, registei uma ideia de uma pessoa, peço desculpa mas não lembro de quem, que dizia mais ou menos isto sobre o impasse na marcação de duas manifestações: a 8 de novembro a plataforma fazia o seu plenário no Marquês, em Lisboa, e mais uns quantos noutras cidades; a 15 de Novembro fazia-se a manifestação no Marquês e também noutras cidades onde a "mobilização espontânea" funciona; e para 22 de novembro, ou para outra data próxima, marcava-se então a manifestação da unidade. Nem me pareceu nada mal.


 


 


Acabo de ouvir as notícias num dos canais por cabo (há que estar atento). Começou com a notícia dos pedidos de suspensão do modelo de avaliação do desempenho por parte de centenas (por agora, claro) de professores. Apareceu a ministra da Educação a dizer umas coisas: francamente: esta ministra vê fogos por todo o lado e tenta apagá-los com gasolina. Já não há paciência.


 

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