Foi mais uma longa noite. Não resisti: fui ficando e acabei a ver o segundo debate entre os candidatos presidenciais nas eleições dos Estados Unidos. Eram já 4.00 horas quando resolvi dormir. Mas valeu a pena. Obama parece ganhar uma vantagem decisiva. Emociona-me esse facto. Sei que o que interessa é que ele exerça bem as funções descomunais a que se candidata, mas, e francamente, leia-se este comentário que o meu amigo Luís Redes colocou, por aqui, noutra entrada:
Vieram-me lágrimas aos olhos só de pensar na hipótese da América ter como presidente, um homem que é "coloured", filho de um estrangeiro negro, de uma região obscura da África Oriental.
Isto é uma prova de democracia do mais avançado que há! Seria possível cá?
O seu nome é árabe: Obama rima com o Ossama do Bin Laden.
Subscrevo o que o Luís escreveu. O lado simbólico dos factos não pode deixar de nos emocionar.
Sei que deveria escrever sobre outros assuntos importantes. Mas haverá algo mais decisivo de que começar por derrubar as ideias que levavam à roda livre dos grandes negócios e que, em simultâneo, asfixiavam, com uma monstruosa carga burocrática, o exercício profissional das classes médias (os professores portugueses sabem bem o que é isso)?
Recordo um vídeo lindíssimo produzido pela candidatura de Barack Obama. "Yes we can" é poesia e é aquilo que tanta falta nos faz.
Ora clique.
(reedição. 1ª edição em 9 de Outubro de 2008.
Daqui a 24 horas será a confirmação, assim espero.
Que coisa tão bonita)
Lindo!
ResponderEliminarOxalá "he can".
Olá minha amiga. É como já escrevi: tanto me faz: ou ele ou a Clinton, o que importa é que um deles vença. Todavia, fica uma interrogação: na nossa maneira de ver, não será a Clinton mais à esquerda?
ResponderEliminarBeijo.
Não sei!
ResponderEliminarEu também pensei que o Sócrates era de esquerda!
Mas de facto, ganhar um deles já é um "grande passo para a Humanidade".
Bjo
O Anónimo sou eu, claro.
ResponderEliminarBjo
Isabel
Tens toda a razão em duvidar. Nem estou em condições de te contraditar. Vamos aguardar e torcer, já que não podemos votar. Beijo.
ResponderEliminarBelíssimo !
ResponderEliminarainda não parei de escutar.
Abraço.
Também me pareceu. Mas que campanha... Abraço e obrigado por passares por aqui e por comentares. Paulo Prudêncio.
ResponderEliminarVieram-me lágrimas aos olhos só de pensar na hipótese da América ter como presidente, um homem que é "coloured", filho de um estrangeiro negro, de uma região obscura da África Oriental.
ResponderEliminarIsto é uma prova de democracia do mais avançado que há! Seria possível cá?
O seu nome é árabe: Obama rima com o Ossama do Bin Laden.
É realmente espantoso. Em Portugal era impossível. Barack Hussein Obama é o nome dele. E que tal o nome do meio? :) [] Paulo.
ResponderEliminarPaulo,
ResponderEliminarnão querendo ser desmancha prazeres, vou fazer o papel de advogado do diabo, lembrando que o poder corrompe e que o poder absoluto corrompe absolutamente.
Era bom que eu estivesse equivocado, mas não consigo ter o mesmo optimismo que tu tens. O que não significa que preferisse o outr@.
Abraço
Já lá vou.
ResponderEliminarObrigado.
Abraço.
Já lá fui e bem que me diverti. Piquei logo :)
ResponderEliminarAbraço.
...mainada...
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