Já por aqui dei conta da luta titânica que se tem de travar para defender os interesses de uma escola da ditadura das leis do poder central e das suas ramificações.
Conheço imensas estórias hilariantes.
Nos últimos dias têm sido noticiados, por todo o lado, os contornos indizíveis do inenarrável caso do corso de carnaval dos alunos mais pequenos de uma escola de Paredes de Coura. Uns, dá ideia que querem determinar o que desconhecem; os outros, alteram uma decisão bem ponderada, espera-se, para respeitar a descomunalidade de que discordam. Uma coisa completamente desclassificada.
Li com perplexidade (embora esta direcção regional, e nos últimos 4 anos, já tenha mostrado à saciedade o seu modo bárbaro e desqualificado de exercer a sua já inexistente autoridade) o ofício enviado à escola pela directora Regional de Educação do Norte.
Confesso que não sou apreciador do carnaval. Não tenho, por isso, matéria alusiva aos festejos para publicar. Mas para não deixar o blogue em branco por estes dias, resolvi gastar uns minutos a conceber esta entrada. Escolhi uma pequena parte do referido texto.
Leia e tire as suas conclusões (se conseguir perceber alguma coisa do texto, é claro).
"(...)Sendo certo que muitos professores não se aceitam, o uso dos alunos nesta atitude inaceitável, acompanharemos de muito perto a defesa do bom nome da escola, dos professores e de toda uma população que muito tem orgulhado o nosso país pela valorização que à escola tem dado. E na salvaguarda primeira das obrigações da escola - cumprir a sua missão de processos de socialização e de aprendizagem para os alunos, razão central porque definiu as actividades de Carnaval nos documentos de acção educativa.(...)"
Sem comentários:
Enviar um comentário