(encontrei esta imagem aqui)
Peguei num comentário de Vasco Tomás feito noutro post e transformei-o numa nova entrada. Ficou com o título "da esperança" mas também podia ter sido "toupeira". Mas parece-me que é de um real e fundamentado optimismo que se faz a longa luta dos professores; a força da razão, como se sabe.
Ora leia.
"Neste momento, vem-me à cabeça a imagem da toupeira, proposta por Hegel e retomada por Marx no Manifesto, sobre o trabalho astucioso, subterrâneo e cheio de surpresas como se faz a história.
É preciso que continue a haver sinais de que, por debaixo da terra, as toupeiras, esses animais com problemas de visão - para o Governo e seus acólitos, evidentemente - circulam sem darem conta da sua existência e que, de repente, irrompem onde menos se espera. Esse trabalho surdo ocorre sem cessar, mesmo se a ordem reina na superfície e nada parece indicar turbulências próximas.
É esse sinal que é expresso na resolução tomada na reunião de 21 de Março pelos PCEs.
Continuem os professores, convictamente e sem tergiversações, a sua acção subterrânea pois a hora da manifestação da sua verdade soará quando menos se esperar."
(...) e quando é que é para dizer "aleluia"?
ResponderEliminarTb digo, ufa. Já era
ResponderEliminar