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sábado, 10 de janeiro de 2026

Texto de opinião de Carlos Calixto


Recebido por email devidamente identificado.


DO LIMPO, DO SUJO E DO NOJO EM POLÍTICA DE ESTADO DA POLÍTICA-COWBOY AO DIREITO INTERNACIONAL - Texto de Carlos Calixto em Do Limpo^LLLLLLLLLLJ do Sujo e do Nojo em Política.pdf


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sábado, 11 de outubro de 2025

segunda-feira, 21 de julho de 2025

sábado, 19 de julho de 2025

Para ensinar - recebi sem referência ao autor e não o consigo encontrar

Para ensinar - recebi sem referência ao autor e não o consigo encontrar.



"Ensinar não é preciso, teria dito o poeta, se fosse perguntado a esse respeito. Afirmaria até que o mais difícil da missão do professor é não se restringir ao ensino das matérias adstritas à disciplina a seu cargo, tal como veio a postular Abel Salazar.
Para alcançar a culminância do magistério, não bastam o domínio dos conhecimentos ou habilidades e o rigor didático do método; são requeridos olhares, sensibilidade, ousadia, desvios e transgressões. É isto que perfaz o artista; e é este quem dá cor às palavras, aos gestos, às emoções, às exigências, às tarefas e ao cenário da educação. A combinação da arte e do saber permite moldar a realidade dada e realizar a obra projetada.
Para ensinar é, pois, necessário estudar os livros da especialidade. Mas é imprescindível ler igualmente as obras que cartografam o estado e as vias da Humanidade; estas leituras são fontes de diagnóstico da situação e de prescrição da ação. Só por alienação alguém julga que pode ser professor, ignorando as arestas e dores do mundo, afastando delas a atenção. Ensinar é irradiar luz e coragem para coabitar ética e esteticamente na Cidade; um ato de criação da bondade, de estreitamento ou fechamento das portas da maldade."


sexta-feira, 20 de junho de 2025

Sauna de aulas


Texto envidado pelo Paulo Fazenda. A autora autorizou a publicação.



Educação à Prova de Sono e Sauna: O Maravilhoso Calendário das Crianças do 1.º Ciclo..


Ah, o verão! Tempo de sol, gelados, e… crianças do 1.º ciclo ainda na escola. Porque enquanto os colegas do secundário já estão de férias a praticar para o campeonato nacional de “scroll infinito”, os pequenos do 1.º ciclo continuam firmes, estoicamente presos ao quadro branco e aos manuais com cheirinho a suor e frustração.


Afinal, que melhor maneira de garantir uma educação de excelência do que esticar o calendário escolar como se fosse um elástico prestes a rebentar?


Estamos claramente a formar campeões da resistência. Aos seis anos já sabem o que é a exaustão física, o tédio existencial e o mistério profundo de “porque é que os grandes já estão em casa e eu ainda estou aqui?”


E não nos esqueçamos dos professores, verdadeiros heróis silenciosos da pedagogia prolongada. Quem precisa de descanso quando se pode passar mais duas semanas a ouvir “Mestre André” em flauta desafinada e corrigir fichas de matemática com olhos semicerrados?


A lógica é simples: quanto mais tempo na escola, mais aprendem. Dormir é para fracos. E brincar? Isso é um luxo burguês que não cabe no nosso calendário educativo competitivo. As crianças devem ser preparadas desde cedo para a vida adulta — e que melhor preparação do que sentir-se esgotado antes dos 10 anos? Por isso, brindemos ao calendário escolar do 1.º ciclo: um monumento à persistência, ao absurdo e à eterna arte de fazer mais com menos.


Porque nada diz “educação de qualidade” como alunos e professores a arrastar-se até final de junho com o mesmo entusiasmo de quem lê as letras pequenas dos termos e condições de um contrato ou faz uma colonoscopia… É praticamente a mesma coisa!




C. (professora do 1.º ciclo)





quinta-feira, 19 de junho de 2025

Avaliação de professores - Texto de Mário Silva


Avaliação de professores - Texto de Mário Silva


"Este mês é a época da aplicação da ADD (Avaliação da Desmotivação) nas escolas, com as SAD a reunir informalmente para distribuir as quotas de mérito, com base em critérios ‘achistas’ e de informação de bastidores, com inquéritos informais a docentes sobre opiniões de desempenho dos colegas. A todos os docentes e direções envolvidos no processo, uma reflexão: 75% dos docentes avaliados não têm mérito; se estes docentes trabalhassem zelosamente de acordo com a falta de mérito, as escolas bloqueavam ou ficariam muitas atividades por concretizar. A prioridade é que as escolas continuem a proporcionar as condições que a sociedade não proporciona aos jovens ou é poupar nos salários e posteriormente nas pensões de reforma? Se querem motivar, há ações juridicas que podem ser concretizadas na escola para mitigar a estupidez legislativa.“Para bom entendedor, meia palavra basta”."


sábado, 15 de março de 2025