sábado, 21 de março de 2009

rss da educação (17)

 


 


(encontrei esta imagem aqui)


 


 


Presidentes de escolas reúnem-se hoje para debater avaliação dos professores


 


Claro que o debate é sempre importante. Mas sobre este este modelo já houve discussão que chegue; agora é tempo de agir, de tomar posições claras e inequívocas. É bom que fique claro o seguinte: os professores não têm de entregar os objectivos individuais para serem avaliados no final do ano lectivo. Mas isso é muito diferente de defender-se, em nome do resguardo sei lá de quê, que os professores devem ser todos avaliados neste ano de um modo semelhante, e obsceno, ao dos professores contratados no ano lectivo anterior. Que todos se sintam impressionáveis para tomar decisões difíceis: o que os professores esperam é coerência e uma luta firme contra este ECD, esta avaliação e este modelo de gestão (e mais umas coisitas, é claro). O argumento das vagas de fundo e dos comissários políticos é mais para outro tipo de ambientes; ou não?

2 comentários:

  1. Num contexto em que se criam estruturas representativas ou coordenadoras completamente supérfluas e devoristas num palimpsesto institucional que ninguém saberia argumentar (conselhos municipais de educação e CAEs, conselhos disto e daquilo para a avaliação contínua e para a avaliação dos professores, observatórios e gabinetes coordenadores, conselho nacional de educação e federações profissionais, terão estes PCEs a exacta medida da expectativa que sobre eles se criou e da responsabilidade que lhes está cometida?

    Será que compreendem que o que quer que decidam não pode trazer mais do mesmo. Hoje podem tornar-se tanto o bastião firme de uma luta justa como o reduto indignado da complacência.

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