A força que tudo precipita e se derrama sobre o eu. Entre nós e o chão só o vazio.... Mas também uma outra que há dentro de nós e nos faz levantar a cada instante e querer voar, rodopiar, preencher esse espaço com tule e fitas! Escolho-te bailarina! Sempre.
Vertical: adjectivo.S.F. - que segue perpendicular ao plano do horizonte. Mas outros seguem curvados e sem horizonte. Então não é que uns não se demitiram pois tinham de cumprir a lei? E nós, professores, não?
A pena de uma ave, a nossa "pena".
ResponderEliminarTambém :) Obrigado.
ResponderEliminarA força que tudo precipita e se derrama sobre o eu. Entre nós e o chão só o vazio.... Mas também uma outra que há dentro de nós e nos faz levantar a cada instante e querer voar, rodopiar, preencher esse espaço com tule e fitas! Escolho-te bailarina! Sempre.
ResponderEliminarBelo, muito belo. Obrigado. Abraço.
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ResponderEliminarVertical: adjectivo.S.F. - que segue perpendicular ao plano do horizonte.
Mas outros seguem curvados e sem horizonte. Então não é que uns não se demitiram pois tinham de cumprir a lei? E nós, professores, não?
Que canto eu ,tempo de roxo
ResponderEliminarDe incerteza
Imersa na minha escrita de palavras de dentro
Abafadas no silêncio do grito
Que me vibra e morde
Mas não sai?
Que canto eu , tempo negro
De luto
Encerrada nas cadeias que me prendem
Palavras de dito por não dito
Que me corroem
A transparência?
Que canto é o meu, tempo opaco
De dor
Calada nos olhos abertos ao mundo
Violência gravada nos espelhos
Que me embarga a voz
Verde de liberdade?
Associação fulminante. Abraço.
ResponderEliminarSentido e generoso. Belo, claro. Obrigado.
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