Como é que uma escola como Santo Onofre que está contra o novo sistema, contra o ME, aderiu ao concurso de professores titulares, que é tão injusto? Então aí não quiseram lutar? Acharam bem a divisão da carreira em professores e professores titulares? Onde está a coerência?
Mas há algumas questões que pode perceber se quiser, claro. Em primeiro lugar, não há por parte dos professores de Santo Onofre uma posição concertada nem tão pouco somos um grupo de pessoas arrivistas e irresponsáveis. Somos até muito adeptos do pluralismo de opiniões e posso assegurar-lhe que sobre as questões que levanta não pensam todos da mesma maneira; e ainda bem. A História da nossa escola, fala por nós.
Como deve saber, na altura do concurso para professores com e sem título ainda estávamos muito no início de tudo isto. Verifiquei, nessa altura, que as pessoas estavam, na grande maioria contra a divisão da carreira e não concordavam como os polémicos critérios do concurso (tenho mesmo ideia que ninguém que entenda destes assuntos está de acordo com os critérios). E vamos ver o epílogo da questão dos professores titulares. Pelo que li, os professores podem contar com a Rita para essa luta tão difícil. O que é que tem feito por isso, já agora?
Pela parte que me toca, fui dos poucos que fez greve nessa altura que, como sabe, teve uma reduzida adesão.
Muita pessoas sabem que estive para não me candidatar. Mas não tenho intenção de me transformar nem em mártir nem em herói desta justa luta dos professores.
Encontrará no meu blogue muito tecla sobre o assunto.
Mas não confunda as coisas. A questão aqui é muito simples: o conselho executivo (eleito democraticamente) actual tem mandato até 2010 e não podia fazer nada quanto ao facto de não existir cgt. Não foi alvo de qualquer processo disciplinar e cumpriu toda a legislação no que à avaliação dos professores diz respeito.
Rita: os professores de Santo Onofre movem-se por uma única razão: defendem a escola pública de qualidade para todos e não temem a propalada prestação de contas. E a Rita o que pensa disso?
Não interessa o debate contigo, já vi que manejas bem as palavras. Só não entendo que tentes justificar a tua posição e pedes a minha compreensão e depois és inclemente com os que não pensam como tu. Podes dizer que hesitaste em concorrer a titular, mas a verdade é que concorreste e ajudaste a criar dois tipos de professores: os de primeira (onde tu estás) e os de segunda. Gostava de saber que autores é que podes citar para defender a tua posição. Moralmente achas-te superior mas, na prática, és igual aos outros: quando te convém, as leis são boas e aproveita-las. Apenas ponho estes comentários porque me incomoda ver tanta gente a pensar da mesma maneira que, normalmente, quer dizer que só um é que pensa e os outros não.
Tenho que admitir que a verborreia do Sr Prudêncio acerca da sua Escola de Santo Onofre já me começa a dar a volta ao estômago. Eu estarei enganado e a escola é propriedade dos professores?! De alguns professores?! O Sr Prudêncio refere-se, permanentemente, ao trabalho de excelência que os professores da "sua" escola têm realizado. Não ponho em causa a qualidade desse trabalho. Longe disso. Mas será que o Sr Prudêncio e os seus colegas (alguns discípulos), não têm sido pagos para realizarem esse mesmo trabalho? O Sr Prudêncio não tem sido remunerado por isso? O Sr Prudêncio tem feito trabalho voluntário e, por isso, tem direito a uma atenção especial? Pelo que me parece, realiza, apenas e só, o trabalho de qualidade que é suposto fazer! E será que o Sr Prudêncio, com o tempo que gasta na sua verborreia informática tem tempo para preparar e leccionar convenientemente as suas aulas? Tiro-lhe o chapéu. Numa altura em que todos os professores se queixam da falta de tempo parece que este sobra ao Sr Prudêncio. Mas o que pretendo agora comentar é o seguinte: O Sr Prudêncio escreveu, relativamente a um comentário de Rita: " Se me conhecesses melhor verias que são muito injustas as tuas palavras". Este Sr Prudêncio tem, efectivamente, muita lata! Pasme-se! Então não é que ficou incomodado, quiçá magoado, com o facto da Rita fazer comentários sobre a sua pessoa sem se dar ao trabalho de o conhecer bem!? Meu amigo Sr Prudêncio (peço desculpa se o ofendi com a expressão "meu amigo" porque o Sr Prudêncio, com certeza, que não tem estrutura para ser amigo de ninguém) então não é isso que faz habitualmente? Não é habitual o Sr Prudêncio desancar o objecto dos seus comentários sem se preocupar em fundamentar ou conhecer minimamente as pessoas sobre as quais faz apreciações e juízos de valor?! Então o "democrata" Sr Prudêncio não gosta de ser tratado da mesma maneira que trata os outros? Porquê?! A democracia não lhe chega a tanto?! É curioso, entende que tem direito a um tratamento diferente daquele que aplica aos outros? Aos seus alvos? O Sr Prudêncio não sabe que quem diz o que quer arrisca-se a ouvir o que não quer? Agora percebo porque é que o Sr Prudêncio tem tanto medo da avaliação. Penso que, como bom julgador que é tem medo que quem o for avaliar (julgar) padeça do mesmo mal de que ele próprio padece: parcialidade e inviezamento da realidade. Vá lá, comporte-se como um homenzinho! Seja intelectualmente honesto. Antes de julgar os outros pense na forma como gostaria de ser julgado: com objectividade e imparcialidade.
Como é que uma escola como Santo Onofre que está contra o novo sistema, contra o ME, aderiu ao concurso de professores titulares, que é tão injusto?
ResponderEliminarEntão aí não quiseram lutar? Acharam bem a divisão da carreira em professores e professores titulares? Onde está a coerência?
ResponderEliminarSanta Ignorância. Será professora? Não... caso contrário estaria com mais informação a sustentar a sua pobre argumentação.
Força Caldas.
Tem alguma razão Rita.
ResponderEliminarMas há algumas questões que pode perceber se quiser, claro. Em primeiro lugar, não há por parte dos professores de Santo Onofre uma posição concertada nem tão pouco somos um grupo de pessoas arrivistas e irresponsáveis. Somos até muito adeptos do pluralismo de opiniões e posso assegurar-lhe que sobre as questões que levanta não pensam todos da mesma maneira; e ainda bem. A História da nossa escola, fala por nós.
Como deve saber, na altura do concurso para professores com e sem título ainda estávamos muito no início de tudo isto. Verifiquei, nessa altura, que as pessoas estavam, na grande maioria contra a divisão da carreira e não concordavam como os polémicos critérios do concurso (tenho mesmo ideia que ninguém que entenda destes assuntos está de acordo com os critérios). E vamos ver o epílogo da questão dos professores titulares. Pelo que li, os professores podem contar com a Rita para essa luta tão difícil. O que é que tem feito por isso, já agora?
Pela parte que me toca, fui dos poucos que fez greve nessa altura que, como sabe, teve uma reduzida adesão.
Muita pessoas sabem que estive para não me candidatar. Mas não tenho intenção de me transformar nem em mártir nem em herói desta justa luta dos professores.
Encontrará no meu blogue muito tecla sobre o assunto.
Mas não confunda as coisas. A questão aqui é muito simples: o conselho executivo (eleito democraticamente) actual tem mandato até 2010 e não podia fazer nada quanto ao facto de não existir cgt. Não foi alvo de qualquer processo disciplinar e cumpriu toda a legislação no que à avaliação dos professores diz respeito.
Rita: os professores de Santo Onofre movem-se por uma única razão: defendem a escola pública de qualidade para todos e não temem a propalada prestação de contas. E a Rita o que pensa disso?
Vamos aos debate?
Cumprimentos.
Não interessa o debate contigo, já vi que manejas bem as palavras. Só não entendo que tentes justificar a tua posição e pedes a minha compreensão e depois és inclemente com os que não pensam como tu.
ResponderEliminarPodes dizer que hesitaste em concorrer a titular, mas a verdade é que concorreste e ajudaste a criar dois tipos de professores: os de primeira (onde tu estás) e os de segunda. Gostava de saber que autores é que podes citar para defender a tua posição.
Moralmente achas-te superior mas, na prática, és igual aos outros: quando te convém, as leis são boas e aproveita-las.
Apenas ponho estes comentários porque me incomoda ver tanta gente a pensar da mesma maneira que, normalmente, quer dizer que só um é que pensa e os outros não.
Ok Rita.
ResponderEliminarSe não te interessa o debate que posso eu fazer?
Continuas a não refutar a questão essencial do post. Afinal estás a favor ou contra a destituição do executivo de Santo Onofre?
Se me conhecesses melhor verias que são muito injustas algumas das tuas palavras.
Mas tb sei que ao ter um blogue estou sujeito a estas coisas. Até a querer debater com alguém que apenas indica um nick.
Mas como é por uma justíssima causa...
Cumprimentos.
Não, claro. É infiltrada.Se calhar paga para isso.
ResponderEliminarTenho que admitir que a verborreia do Sr Prudêncio acerca da sua Escola de Santo Onofre já me começa a dar a volta ao estômago.
ResponderEliminarEu estarei enganado e a escola é propriedade dos professores?! De alguns professores?!
O Sr Prudêncio refere-se, permanentemente, ao trabalho de excelência que os professores da "sua" escola têm realizado.
Não ponho em causa a qualidade desse trabalho. Longe disso. Mas será que o Sr Prudêncio e os seus colegas (alguns discípulos), não têm sido pagos para realizarem esse mesmo trabalho? O Sr Prudêncio não tem sido remunerado por isso? O Sr Prudêncio tem feito trabalho voluntário e, por isso, tem direito a uma atenção especial? Pelo que me parece, realiza, apenas e só, o trabalho de qualidade que é suposto fazer!
E será que o Sr Prudêncio, com o tempo que gasta na sua verborreia informática tem tempo para preparar e leccionar convenientemente as suas aulas? Tiro-lhe o chapéu. Numa altura em que todos os professores se queixam da falta de tempo parece que este sobra ao Sr Prudêncio.
Mas o que pretendo agora comentar é o seguinte:
O Sr Prudêncio escreveu, relativamente a um comentário de Rita: " Se me conhecesses melhor verias que são muito injustas as tuas palavras".
Este Sr Prudêncio tem, efectivamente, muita lata! Pasme-se! Então não é que ficou incomodado, quiçá magoado, com o facto da Rita fazer comentários sobre a sua pessoa sem se dar ao trabalho de o conhecer bem!?
Meu amigo Sr Prudêncio (peço desculpa se o ofendi com a expressão "meu amigo" porque o Sr Prudêncio, com certeza, que não tem estrutura para ser amigo de ninguém) então não é isso que faz habitualmente? Não é habitual o Sr Prudêncio desancar o objecto dos seus comentários sem se preocupar em fundamentar ou conhecer minimamente as pessoas sobre as quais faz apreciações e juízos de valor?!
Então o "democrata" Sr Prudêncio não gosta de ser tratado da mesma maneira que trata os outros?
Porquê?!
A democracia não lhe chega a tanto?!
É curioso, entende que tem direito a um tratamento diferente daquele que aplica aos outros? Aos seus alvos?
O Sr Prudêncio não sabe que quem diz o que quer arrisca-se a ouvir o que não quer?
Agora percebo porque é que o Sr Prudêncio tem tanto medo da avaliação. Penso que, como bom julgador que é tem medo que quem o for avaliar (julgar) padeça do mesmo mal de que ele próprio padece: parcialidade e inviezamento da realidade.
Vá lá, comporte-se como um homenzinho!
Seja intelectualmente honesto.
Antes de julgar os outros pense na forma como gostaria de ser julgado: com objectividade e imparcialidade.
"gostaria de ser julgado: com objectividade e imparcialidade".
ResponderEliminarIsso mesmo.
Obrigado por passar e por comentar.
Cumprimentos.