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sexta-feira, 16 de junho de 2017

domingo, 16 de outubro de 2016

Afinal, a EBI das Caldas da Rainha era na Finlândia

 


 


 


 


Afinal, a EBI de Santo Onofre (1º ao 9º ano) era, até 2009, na Finlândia. Não havia campainhas, as portas funcionavam no "modelo porta aberta sem chaves", os professores faziam uma gestão pedagógica (escolha do momento de intervalo) das aulas de 90 minutos e estimulavam o uso das tecnologias. O tempo para intervalos era fundamental, o sistema de gestão da informação era totalmente integrado e simplificado e apontado como uma referência pela IGE e por empresas especializadas. A gestão de orçamentos, por exemplo, era exportada em tempo real para o site (garantia de fiscalização) e as despesas liquidadas em trinta dias. A escola era inclusiva para os alunos (escolha de acordo com a residência, como na Finlândia), para os professores e para os outros profissionais e certificava muito bons resultados escolares com números residuais de insucesso escolar, com ausência de processos disciplinares e de mecanismos desadequados de promoção do mérito escolar; como na Finlândia. E ficava uma boa hora a detalhar indicadores "finlandeses". A escola vivia em ambiente democrático; a democracia também se ensina, pelo exemplo, e aprende na escola. Li que, ontem, a RTP1 "passou uma reportagem, programa "Linha da Frente", comparando o nosso sistema escolar com o finlandês". Acabei de ver pela box. O sistema português parou no tempo. Mais do que isso: retrocedeu, nomeadamente, como é o caso, com o organograma dos agrupamentos. Há uma inércia irreflectida. Há, como se viu na reportagem, algum oxigénio em Carcavelos, mas teme-se que os restantes modelos apresentados sejam maioritários.


 


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domingo, 8 de maio de 2016

Gincana do Onofre 2016

 


 


 


Há umas duas décadas que se realiza, na EBI de Santo Onofre, "A gincana do Onofre". Os alunos formam equipas e convidam um professor. Este ano, foi, mais uma vez, muito interessante. "Amigas Onofre" foi a minha equipa. As alunas trataram de toda a logística e tiveram uma participação inesquecível.


 


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A meio da gincana, as alunas registaram de imediato o seu estado de alma neste mural.


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O momento da partida com camisolas a condizer: Rita, Maria Inês, Inês, Paulo, Mónica e Joana.


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 A meio do percurso, na parte alta da "Praça da Fruta" (Caldas da Rainha).

segunda-feira, 28 de abril de 2014

pastelinhos de belém 2014

 


 


 


Participei na sessão, começou com um jantar, que o CFAE Oeste (centro de formação de associação de escolas que inclui Caldas da Rainha) organizou para comemorar os 40 anos do 25 de Abril. Seguiu-se uma bonita, e muito significativa, jornada evocativa que decorreu no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e que terminou com o coro da EBI de Santo Onofre. Os Pastelinhos de Belém estiveram ao melhor nível como comprova o vídeo que se segue.


 


 


 






sexta-feira, 29 de novembro de 2013

portugal e a metáfora do burro - um exemplo com reconhecimento em grande escala

 


 


 


 


 


 


 


A edição europeia do International The New York Times destaca hoje o burro mirandês




"Em Portugal, um burro de carga vive de subsídios". O burro mirandês, actualmente em risco de extinção, serve de metáfora para a situação económica, financeira e social do país que sobrevive de "subsídios europeus".(...)"Hoje não é fácil ser burro". Segue para a descrição da função tradicional do burro mirandês - a de ajudar os agricultores de Miranda - e para a eventual extinção da espécie tipicamente portuguesa, entretanto substituída por maquinaria moderna e tractores no cultivo dos campos.(...)"Depois de décadas de negligência e, dizem alguns, desentendimentos, o destino do burro começa a assemelhar-se ao dos humanos," que surge imediatamente esclarecida, "ameaçados pelo declínio da população e com a sobrevivência dependente, sim, de subsídios da União Europeia".(...)Raphael Minder cita o socialista e ex presidente da Junta de Freguesia e Ifanes do concelho de Miranda do Douro, Orlando Vaqueiro, para sustentar a ideia de que "Hoje não é fácil ser burro" em Portugal: "Precisamos dos subsídios para manter os burros, mas o resultado é que todos se tornam completamente dependentes deles, portanto não há espírito de inovação nem desejo de modernizar ou produzir mais".




Esta metáfora recorda-me um frase inesquecível de um professor da EBI de Santo Onofre, que começou como TEIP em 1993, quando os resultados das políticas educativas evidenciavam a queda do número de alunos de uma escola pública de referência que mantinha, e mantém, boa parte dos profissionais que a elevaram: "Compramos um burro e dizemos que oferecemos ensino equestre".


 


A lógica de mercado puro e duro na Educação, associada à ideia dos privados que se subsidiam exclusivamente no orçamento de Estado, explica o estudo de caso em que se transformaram essas escolas públicas e que de alguma forma foi detectado noutras áreas no artigo pouco rigoroso e algo injusto da edição europeia do International The New York Times.




 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

mas que semana

 


 


 


Foi uma semana muito preenchida. Para além das minhas novas realidades derivadas da agregação de escolas e que relatei aqui, surgiram uma série de incitativas mediáticas ligadas à defesa da escola pública e de que darei conta a seu tempo. Para além disso e ainda no fim da semana passada, organizei um Workshop integrado num conjunto de actividades onde fiz uma contratura muscular que me pôs de muletas. Ou seja, todo o desdobramento foi realizado em esforço suplementar e sempre à boleia.


 


Um blogue é também um registo algo intimista e que nos permite arquivar acontecimentos para memória futura. No meio de tanta tarefa, apareceu-me um convite da Mais Oeste Rádio para uma hora de conversa com Jorge Santos (um ex-aluno dos primeiros tempos nas Caldas da Rainha e é mesmo uma viagem no tempo ser entrevistado nessas circunstâncias) e com o José Ramalho do CCC das Caldas da Rainha com quem me habituei a ter conversas muito interessantes. Lá fui para os estúdios à boleia e as muletas não provocaram qualquer embaraço. Há cerca de 10 anos que não estava numa rádio e passei um bom bocado. O Jorge Santos fez o favor de colocar o áudio no youtube e de me enviar o link que permite ouvir e arquivar.


 


 


 


quinta-feira, 23 de maio de 2013

artur e os minimeus

 


 


 


 


 



 


Recebi por email com pedido de divulgação: 


"No âmbito da articulação entre a EBI de Santo Onofre e a Academia de Música de Óbidos


irá realizar -se no CCC das Caldas da Rainha, no dia 2 de Junho, o concerto "Artur e os Minimeus".
Este espetáculo contará com a participação dos alunos da disciplina de Som e Movimento, do 7ºC, e de Língua Portuguesa, do 5ºA.


Estarão expostos trabalhos realizados nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, relacionados com o filme."

domingo, 21 de abril de 2013

dos cortes curriculares

 


 


 


 


 


Ao contrário das humanidades que foram perdendo espaço curricular, as Artes tornaram-se uma presença nas nossas escolas nas últimas décadas. Teria sido melhor a aposta em ambas. A actualidade quase que eliminou as segundas, sem que com isso se recuperasse o lugar inalienável das primeiras.


 


Os resultados do ensino das Artes podem ser confirmados na sociedade que temos. É até impressionante a qualidade de algumas das actividades decorrentes da generalização desses saberes.


 


Não consigo identificar com rigor o caminho que escolhemos.


 


Falou-se muito de escola cultural, completa ou total e também de ensino integral. Sei que quem acompanhou a vida das escolas nestas décadas, tropeçou amiúde com crianças e jovens despertos para a cultura e sujeitos de um processo que se exprimia, e ainda exprime como se de um último fôlego se tratasse, em imagens como a que escolhi de uma escola portuguesa no ano em curso.


 


É também isso que se vai perdendo com os comprovados equívocos dos desejosos do Estado mínimo. É que basta olhar para o mundo para perceber as vantagens industriais de quem faz da cultura a transversalidade primeira das opções políticas e, como é evidente, educacionais.









domingo, 20 de janeiro de 2013

gás pimenta

 


 


 


 


 


 


Impressionou-me a presença de encarregados de Educação nas manifestações de Braga a propósito da última formação de mega-agupamentos. Não tem sido assim na generalidade do país, onde uns poucos professores tentam remar contra a maré.


 


Passei há pouco pelo espaço no facebook de um movimento da saúde nas Caldas da Rainha e registei algum desânimo com a indiferença da população. Compreendo o desabafo.


 


As escolas "andam" há muito isoladas, têm sentido na pele essa insensibilidade e nas Caldas da Rainha por mais do que uma vez.


 


Em 2009, por exemplo, a Escola Básica Integrada de Santo Onofre lutava quase isolada contra o modelo de gestão de Lurdes Rodrigues que escancarou as portas ao desmiolo em curso. O Governo destituiu o Conselho Executivo e várias instituições nacionais organizaram, com abundante e atempada informação, uma manifestação em frente à escola para receber a Comissão Administrativa Provisória mandatada. Estavam por lá pessoas dos mais variados pontos do país, deputados dos vários partidos, sindicalistas das diversas federações, representantes de movimentos independentes e por aí fora. Não vi um cidadão caldense que não fosse professor e mesmo esses eram quase todos da escola em causa. Há um qualquer "gás pimenta" que faz com que as pessoas só se movimentem, e mesmo assim a muito custo, quando lhes toca directamente. Normalmente é tarde.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

da imagem, das santas e dos equídeos

 


 


 


 


 


 


 






"Mudamos a designação para Colégio de uma Nossa Senhora e compramos um burro para dizemos que oferecemos ensino equestre", foi mais ou menos esta a solução verdadeiramente empreendedora (também a pensar nos custos e na rentabilidade) de um colega da Escola Básica Integrada de Santo Onofre quando, já em 2009, se acentuava a perda de alunos.


 


Numa sociedade civil fraca, a designação é tão relevante como foi noutros tempos a diferença entre Liceu e Escola Técnica. Ir de borla (mas o Estado será convenientemente esmifrado) à Clínica CUF dá mais estatuto do que socorrer-se da Unidade de Saúde de Tornada do Agrupamento de Centros de Saúde da sub-região Oeste-Norte. Vou ao segundo e aconselho.


 


E a coisa agrava-se quando a lógica de agrupamento (alguns desprevenidos, também em gestão organizacional, designam por "cultura de agrupamento") faz terraplenagem da identidade das diversas instituições agregadas com perda acentuada da imagem de todas elas.

sábado, 13 de outubro de 2012

os rankings como espelho

 


 


 


 


 


 


Quem deu um contributo decisivo para que o Hubble nos ilumine, também terá aberto as portas às tragédias de Hiroshima e Nagasaki. A validade dos instrumentos científicos depende da cabeça que os utiliza e com os rankings das escolas não é diferente: nas mãos de descomplexados competitivos ou de dogmáticos empedernidos pode provocar danos irreparáveis ou a conservação de taxas de abandono e insucesso escolares que nos envergonham. E importa sempre acrescentar este tipo de reflexões: "(...)O Professor Gert Biesta, da Universidade Stirling, deu há um ano, creio, uma entrevista ao Público com o significativo título “Os rankings são muito antiquados e não devem ter lugar numa sociedade civilizada" decorrem de uma questão nuclear, “Medimos o que valorizamos ou valorizamos o que medimos”.(...)"


 


Revejo-me no algoritmo que voltei a publicar no post anterior e verifico-o no terreno.


 


Conheço muito bem a rede escolar das Caldas da Rainha que é o "ponto de partida e de chegada" do post. Por ser um concelho que acolhe o caciquismo, o pior das ideias de Liceu e de Colégio permitem a guetização social e a lógica de mercado na escolha das escolas.


 


As famílias mais informadas seleccionam as escolas dos seus educandos, o limite de vagas faz o resto e os rankings limitam-se a espelhar o fenómeno. Também conheço os concelhos de Chaves, Vila Real, Coimbra, Porto e Beja e a situação é semelhante; basta estudar a história das escolas, embora os recentes agrupamentos façam a terraplenagem do que existe (para o bem e para o mal, na minha modesta opinião mais no sentido negativo) e favoreçam a privatização de lucros.


 


A escola onde sou professor, a EBI de Santo Onofre, nasceu em 1993 e confirma o algoritmo. Como foi edificada no bairro social mais carenciado (dito assim para simplificar) da cidade, rapidamente os alunos obtiveram o estigma dos excluídos. A situação inverteu-se e uma década depois era a escola da moda para as pessoas com mais ambições escolares. Em meados da primeira década do milénio, qualquer ranking publicado colocava-a nos primeiros lugares nacionais e a comunidade enchia-se de orgulho.


 


Nos tempos do socratismo, a escola agrupou-se, fez uma resistência quase solitária à avaliacão de professores e ao modelo de gestão escolar, e com rasgados elogios nacionais, e pagou por isso. O breve vazio de poder foi aproveitado por uma minoria de profissionais apoiados em stakeholders que o novo modelo de gestão escolar permitiu. Uma CAP, imposta pelo Governo em 2009 e apoiada nessa minoria, certificou a tragédia. A escola deixou de ser a pretendida pelas famílias (em cerca de 6 a 7 anos perdeu perto de 50% na frequência de alunos) e os rankings são o plano inclinado que se pode ver. 


 


Encontra aqui os rankings apresentados pelo Expresso. Há outros órgãos de comunicação social que publicam rankings mais detalhados e que são interessantes instrumentos de investigação. Na generalidade, confirmam o algoritmo.


 


Os dados que escolhi refere-se a listas com as escolas todas e servem para ilustrar o post. O linque indicado permite outras consultas.


 


 


 


Ranking 6º ano - escolas todas.






 


189 - Colégio Frei S. Cristóvão


 


293 - Escola Básica 2,3 D. João II


 


383 - Colégio Rainha D. Leonor


 


457 - Escola BI de Santo Onofre


 


488 - Escola BI de Santa Catarina






 


Ranking 9º ano - escolas todas.






 


117 - Escola Secundária Raul Proença


 


244 - Colégio Rainha D. Leonor


 


253 - Escola Básica 2,3 D. João II


 


258 - Colégio Frei S. Cristóvão


 


422 - Escola BI de Santa Catarina


 


825 - Escola BI de Santo Onofre


 


1032 - Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro






 


 


Ranking 12º ano - escolas todas. Coloquei entre parêntesis a classificação do ano anterior que, como é evidente, só está disponível para este ano de escolaridade.




 


 


032 (059) - Escola Secundária Raul Proença


 


044 (081) - Colégio Rainha D. Leonor


 


178 (462) - Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro






Ainda sobre este assunto, recomendo a leitura deste comentário do professor João Pereira que é membro da comissão de representantes do movimento "Em defesa das escolas públicas do Oeste".

domingo, 17 de junho de 2012

enquanto é tempo?

 


 


Gosto da centralidade da biblioteca da escola onde sou professor. É assim desde que entrou na rede respectiva, em 1998, e tem resistido, embora os últimos anos (os adolescentes perderam o direito ao silêncio, à descoberta e à tentativa) tenham retirado alunos das bibliotecas das escolas.


 


Fiz um pequeno vídeo (25 segundos) com uma exposição de alunos do 3º ano de escolaridade, a escola é uma básica integrada, orientada pela professora de expressão plástica. É um registo para memória futura, uma vez que com a febre das essenciais vamos eliminando as artes, as humanidades e outras coisas mais. Não tarda e acordaremos no sítio errado e desfazados das sociedades mais avançadas, estabilizadas e equilibradas, onde estas supressões não estão à mercê de epifanias, de achamentos ou de abusos de poder.


 


segunda-feira, 26 de março de 2012

um 3 d e a oferta complementar

 


 


 


Na sequência da estrutura curricular dos Ensinos Básico e Secundário apresentada hoje pelo Governo, as escolas e os agrupamentos vão organizar a coadjuvação no 1º ciclo na área das expressões leccionadas por professores de outros ciclos de ensino. É uma boa notícia para a oferta curricular e para os docentes que olham com preocupação o espectro do horário zero. Como referi aqui, a escola onde sou professor, a Básica Integrada de Santo Onofre (1993), foi pioneira neste projecto que foi interrompido em 2010. O processo será retomado abrangendo as restantes escolas do agrupamento. A imagem que escolhi, refere-se a um 3D realizado no ensino das artes no 1º ciclo e conduzido por uma docente do 3º ciclo.


 


 


quarta-feira, 21 de março de 2012

pista para caricas

 


 


 


A Escola Básica Integrada de Santo Onofre (1993) foi pioneira na leccionação em tempo curricular, no primeiro ciclo, das denominadas expressões e das línguas estrangeiras por especialistas dos outros ciclos de ensino. O modelo foi interrompido em 2010 e sobrevivem algumas boas vontades no enriquecimento curricular. Noutro dia registei uma inigualável pista para caricas.


 


 


domingo, 5 de fevereiro de 2012

pastelinhos de belém em digressão

 


 


O célebre grupo coral de Santo Onofre repôs, na belíssima Foz do Arelho, o ensaio cancelado no período de natal devido à ausência da maestrina Isabel Seno. Conforme está excelentemente documentado no blogue da Maria Filomena Ferreira, aqui, as vozes continuam apuradíssimas e a atmosfera correspondeu. Ainda recentemente o ministro da economia colocou o prestigio da marca no devido lugar.


 


 



 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

comemorando

 


 


Os célebres "Pastelinhos de Belém", nome do reconhecido e afamado coro do agrupamento de escolas de Santo Onofre, festejou ontem à noite a tradicional época natalícia associado à não menos influente "Confraria das Provas Ó Vais". Desta vez o encontro foi na Foz do Arelho para uma noite muito bem passada que é testemunhada neste álbum enviado pela Isabel Silva. Deixo uma imagem como cartão de visita para a excelência da atmosfera relacional que sempre se vive nestes encontros. Como é habitual, o blogue da Filomena Ruivo fará as reportagens que linkarei.


 


 


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

da blogosfera - mym

 


 


A Confraria das Provas Ó Vais fez o seu XII encontro. Percebe-se, aqui e aqui, a tradicional boa atmosfera destes convívios.