FNE “respeita” decisão dos sindicalistas nomeados pelo ME para escola de Sto Onofre
Um senhor de nome João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, afirma não conhecer o assunto em detalhe, mas considera que se os dirigentes da sua organização decidiram assim foi na defesa dos professores, dos alunos, e das escolas envolvidas neste processo. É realmente espantosa a argumentação aduzida: nem uma referência na defesa da não destituição de um conselho executivo com mandato até 2010 por não ter havido candidaturas de professores ao CGT. E já se sabe: a exemplo de outras situações, os professores, e os alunos e os seus encarregados de educação, sabem muito bem com quem podem contar. Estamos sempre a aprender, mas confesso que nunca tinha visto nada assim. Parece-me que estas pessoas estão completamente inconscientes da situação que vão encontrar.
Comissão Provisória de Santo Onofre tem dois dirigentes sindicais
Confirma-se. Se ler a notícia, vai ficar a saber que a direcção da FNE não foi consultada para o efeito mas que também não se pronuncia sobre as matérias em causa. Estranho ou talvez nem tanto assim. Vamos aguardar pelos desenvolvimentos.
Gostei bastante do 3.º comentário daquele anónimo, AMIGO de Peniche.
ResponderEliminarBom Fim de Semana
03.04.2009 - 20h06 - Anónimo, Peniche, Portugal
Nem acredito na frase que cito «e fizeram, com com toda a certeza, o que pensam ser o melhor para a escola». Deixa-me rir. Há quantos anos é que estes senhores professores não dão aulas? Se é que alguma vez as deram! Professores, só de diploma porque na prática e à prática o que vale é fugir-lhe e a sete pés.
Nunca a canção do Zeca foi tão actual.
ResponderEliminarNão podemos adormecer, se não, não seremos nada...
Leiam com atenção, eles estão de volta...
Vamos cerrar fileiras...
ZECA AFONSO
Vampiros
No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Caro Amigo Paulo nãop sei o que dizer, conheço todos quase todos os professores dessa "casa" e fico abismado por haver alguem ouse questionar o inquestionável esforço que todos fazem por mais que cumprir os seus deveres de profissão cumprirem os seus deveres de cidadania, fico preplexo por haver alguem que não lidando com essas pessoas diarimante consigam afirmar com viemencia que estes não cumprem com os seus deveres, qual é o passo a seguir? talvez por sobrinhos, tios, padrinhos irmãos enfim qualquer pessoa que de educação nada entenda mas que possa ser facilmente corruptivel e manejado as ordens destes senhores, fico triste por ver a educação chegar a este ponto, fico ainda mais triste porque precebo que ironicamente o partido que tanto se debateu por um pais livre pelas mãos do doutor Mário Soares, é agora o mesmo que impões um regime que de dia para dia se mostra mais, já não esta em causa se a avaliação esta bem ou mal fundamentada, está em causa a LIBERDADE de opinião, pensamento e acção, estão amatar o 25 de Abril, Abril esta a morrer pelas mãos dos que um dia o ajudaram a nascer, ironico não é?
ResponderEliminarÉ lamentável o que aqui escreve. Sou professor. Exerço funções docentes a tempo inteiro. E sou membro de um órgão Directivo da FNE que, para seu conhecimento, meu caro, NÃO É UM SINDICATO. É UMA FEDERAÇÃO... SE PARA SI É O MESMO, TUDO BEM. NEM DISCUTO. Desloco-me á minha custa para estar nas reuniões que visam defender os professores. E fico triste, digo-lhe, fico seriamente triste ao ver que a minha classe é o que é... Isto que o senhor escreve é, no mínimo lamentável. Deturpa as palavras do Secretário-Geral da única e verdadeira FEDERAÇÃO DOS SINDICATOS DA EDUCAÇÃO (já que engloba Sindicatos de Profissionais Não Docentes, percebe?). Assim, O SEU COMENTÁRIO É UM INSULTO À INTELIGÊNCIA DE PROFESSORES QUE COM DIGNIDADE FALAM APENAS DO QUE SABEM. E, já agora, se é professor, aprenda a ler. A NOTÍCIA DIZ “são dirigentes do sindicato dos professores da zona centro (SPZC),” re acrescenta que “o presidente do SPZC, que disse ter tomado conhecimento da situação através do PÚBLICO, afirmou que o sindicato não foi ouvido pelos dois elementos que aceitaram (…)”. Claro. E nem tinham de ser ouvidos… Se exercem as funções de docência, não são menos professores que os demais… Qual é o mal? Do mesmo erro padece o autor deste blog ao referir que “Se ler a notícia, vai ficar a saber que a direcção da FNE não foi consultada para o efeito” depois da alusão a “um senhor de nome João Dias da Silva, secretário-geral da FNE” porque demonstra também a superficialidade e o erro da leitura. De facto, a notícia refere “O presidente do SPZC, que disse ter tomado conhecimento da situação através do PÚBLICO, afirmou que o sindicato não foi ouvido pelos dois elementos que aceitaram o convite do director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo”. Pois bem… O presidente do SPZC é José Ricardo e não “João Dias da Silva, secretário-geral da FNE”… percebe? Então, meu caro, retrate-se e mantenha o direito a ser tratado com a dignidade que os professores merecem… Para deturpar a realidade já basta o Ministério. Unamo-nos contra quem nos ataca e deixemos de dividir e levantar sempre armas contra os sindicatos. Eliminem os vossos comentários porque só vêm dar razão a quem aqui escreve que os professores têm de ser avaliados porque são uns incompetentes…
ResponderEliminarJá trabalhei em (em mandatos de dois Ministros da Educação com partidos diferentes no poder). Já trabalhei em Gabinetes do Ministério com Assessores de Ministros e Directores Gerais e outros que vieram a desempenhar a função de Directores Regionais. AGORA SOU UM SIMPLES PROFESSOR COM HORÁRIO LECTIVO COMPLETO. E, como elemento da Direcção de um Sindicato que integra a FNE, faço parte de um Órgão de Direcção da FNE. E acrescento, COM ORGULHO. Enquanto estive no Ministério da Educação, admirei a capacidade de trabalho, de organização e criação de muitos daqueles com quem tive a oportunidade de trabalhar. Gente mesmo muito competente! MAS confesso que, me surpreendeu ver a forma de trabalho da FNE… A competência e a capacidade organizativa, de criação, debate e construção de documentos dos elementos que integram a direcção da FNE. E que se reúne muitas vezes às suas custas e com tempos muito limitados que o Ministério lhes dá para apresentarem propostas sérias e credíveis! Por isso, desculpem o já longo desabafo mas, custa-me ver professores a atacarem professores. Eu gostaria de ter a competência de João Dias da Silva, pode crer… Deixem-se, pois, de atacar os que estão nos Sindicatos. Façam chegar as vossas reclamações mas também propostas e sugestões… Eu até 2004, nunca tinha entrado como sócio de nenhum sindicato.
Mais… Que se saiba, nenhum professor perde os seus direitos profissionais só porque é “sindicalista”! E quantos de nós estão nas escolas, a trabalhar como os nossos pares… Ou também defende, como seria por ventura vontade do governo, que ser-se sindicalista é sinónimo de preguiçoso, incompetente, balda, etc?... Tenho a máxima carga de horas lectivas (e o senhor? Nem faço ideia, mas pouco me interessa.)! Para além disso ainda dedico parte da minha vida a defender professores que
MUITO BEM... Para sua informação... Já mataram o 25 de Abril em 2006. Num decreto-lei sobre o ensino português no estrangeiro, estes socialistas acabaram com o direito ao feriado para aqueles professores. Porquê? Adivinhe... O holocausto também já saiu dos currículos escolares do reino unido... Mussolini, Salazar... e outros que tais são os próximos... A ponte 25 de Abril passará a chamar-se, daqui a 20 anos, ponte José Sócrates.... Outro ditador que seguirá os passos de Hugo Chavez... Para poder ser reeleito!... Esperem para ver…
ResponderEliminarConcordo com a vossa luta. É digno ver que se mantêm unidos nessa escola, o que é já raro pelo país. No entanto, estão-se a esquecer de uma coisa... os alunos... muitos de vocês estão a prejudicá-los, sente-se por todo o lado, comenta-se por toda a cidade que essa escola já não é o que era! É certo que já ganharam muitos prémios e que foram uma escola pioneira em muitos aspectos, especialmente na "época" de Paulo Prudêncio. Mas, desculpem que vos diga... abram os olhos... não fiquem só agarrados ao passado... muitos encarregados de educação já querem tirar os filhos dessa escola que põe tudo à frente dos alunos! Continuem a vossa luta mas não se esqueçam o porquê de serem professores!
ResponderEliminarUm encarregado de educação MUITO PREOCUPADO
Obrigado, muito obrigado.
ResponderEliminarÉs uma nosso antigo aluno e nós nunca te esquecemos.
Nuno: estou a precisar de descansar.
Noutra altura volto ao assunto.
Aquele abraço para ti e para os teus.
Meu caro.
ResponderEliminarJá reparei que este seu comentário foi inserido tb noutros blogues. Talvez por isso, não sei, o mar de questões que levanta não se relacionam com a questão em concreto: concorda ou não com a destituição do executivo de Santo Onofre que tinha mandato até 2010?
Diz uma coisa que, e se pensar bem, ajuda a explicar muito do estado a que isto chegou:
"Já trabalhei em Gabinetes do Ministério com Assessores de Ministros e Directores Gerais e outros que vieram a desempenhar a função de Directores Regionais. AGORA SOU UM SIMPLES PROFESSOR COM HORÁRIO LECTIVO COMPLETO"
Ora, um "simples professor".
Cumprimentos.
Obrigado.
ResponderEliminarPode crer que os professores tudo têm feito para não prejudicar os seus alunos. Mas, e como já vi que concorda com os nossos pontos de vista, é muito difícil para os professores superarem o desânimo e o desrespeito.
Nós só temos olhos para o futuro para não podemos negar a história da nossa escola. Mas é por sermos prospectivos, como decerto nos reconhece, que nos batemos na defesa da escola pública de qualidade para todos; e neste aspecto, só esperamos o vosso apoio efectivo.
Vejo que está muito preocupado. Tem razões para isso pois não se adivinha nada de bom para os tempos que se aproximam.
Deixo-lhe uma impressão muito sincera: a senhora ministra da Educação já pediu desculpa aos professores em plena assembleia da república; mas os portugueses deveriam agradecer aos professores por terem lutado tanto e evitado que tudo estivesse ainda muito pior.
Vamos aguardar pelo desenvolvimento de todo este processo.
Cumprimentos.
Pelo "parlapié" percebe-se que o senhor prof é um federalista, é claro, e nunca um sindicalista. Com professores destes como o stor é que se endireita uma escola, mas nunca naquela onde andam os meus filhos. Diga-me, por favor, onde lecciona?
ResponderEliminarAgrupamento de escolas de Santo Onofre, mas propriamente na escola sede, a Básica Integrada de Santo Onofre, desde 1993. Sou professor há muito mais tempo do que isso e tenho muito orgulho em ter exercido a minha actividade profissional como docente e em Portugal.
ResponderEliminarCumprimentos.
Só mais um detalhe: "parlapié" não faz parte do vocabulário que utilizo nem da argumentação que considero relevante. Por isso, ignorei o detalhe fui ao fundamental.
ResponderEliminarNão retiremos ao debate o essencial: o executivo de santo onofre foi demitido e tinha mandato até 2010.
O que é que os encarregados de educação deste país têm a dizer sobre isso?
Devem preocupar-se, na minha opinião, com o modo como os nossos alunos olham para esta trapalhada toda.
Cumprimentos.
Moçambique!
ResponderEliminarAi Moçambique! Que bom deve ser ensinar aqui!
Ter alunos que querem aprender!
Ter pais preocupados se os filhos aprendem e não se podem passar 12 horas na escola!
Mas para que fui ler estes comentários?
Só a tua calma, Paulo, para responderes a estes FNE's.
Como estou na cidade que transmite calma, nem sequer vou dizer mais nada. Para não me irritar!
Afinal os fulanos a quem o ME paga para andarem nos blogs são da FNE? Mais parece.
Obrigada Paulo por seres como és.
Olá Isabel,
ResponderEliminarvê lá se em Mozambique ainda há vagas para professor aposentado voluntário?
pode ser mesmo na ilha,
porque isto aqui está mesmo ingovernável .
Pondera bem se queres regressar para cá, senão, está-se melhor na ilha de Moçambique é claro.
Boa Páscoa
Bjs.
O pessoal dos tachos, ministeriais e sindicais, acaba todo a defender-se mutuamente. Mais um....
ResponderEliminarO mal é apenas um, Sr. dirigente da FNE, é haver professores que queiram integrar um órgão que vem retirar a democraticidade às Escolas, mas mal ainda pior é o de haver professores dirigentes sindicais que aceitam ser nomeados para integrar esses órgãos.
ResponderEliminarSer Professor e Dirigente Sindical é ter responsabilidades acrescidas, ético/deontologicamente falando e não foi isso que percebi neste caso.
Com sindicatos e federações assim estamos conversados!
Só uma nota: o meu comentário é referente ao de Ferreirablog e não ao seu, peço desculpa.
ResponderEliminarCaro encarregado de educação.
ResponderEliminarEu é que peço desculpa; é do ligeiro cansaço
Não, minha cara.. Não vai dar tudo ao mesmo. O facto de eu ser professor quando provoco um acidente, deve ser noticiado como condutor provoca acidente e não professor provoca acidente. Tenho uma função de professor quando estou na aula, de cliente quando entro no banco, de adepto quando vou ao futebol... Enfim. Não misturemos as coisas. João Dias da Silva não é secretário-geral do SPZC, mas da FNE. Depois, caríssima, para baralhar e menosprezar os professores, já basta quem nos governa. Por mim, fazia greve de um ês seguido (como no Brasil...) até que a Ministra recuasse nas suas propostas legislativas... Mas os professores não entra nessa... Preferem perder todos os meses 200 ou 300 euros do que perder de uma vez 1400 euros ou 1800 que fosse. Sempre disse que os bancos ainda dão crédito a professores... Vive um mês com um crédito pessoal poderia permitir recuperar a honra e dignidade de tratamento social e ministerial... Mas não! Os professores desmobilizam rapidamente. fazem muito espalhafate mas depois, recuam para os seus cantinhos e simplesmente atacam os sindicatos... Os SINDICATOS somo nós todos... Não duvide. Os Sindicatos têm a força que nós lhes damos... E com os ataques que elementos da sociedade fazem aos dirigentes sindicais associados aos que, incrivelmente, surgem dentro da classe docente, o Ministério fica a rir-se: DIVIDIR PARA REINAR... Já agora, queria deixar bem claro que não sou adepto de nenhum Sindicato. Estou num como poderia estar no outro por um único motivo: DEFENDER OS PROFESSORES." Que cada um faça a sua parte. A luta é de todos. E não é pelo fato de se estar fora ou dentro de uma estrutura que se tem mais ou menos obrigação de lutar... Por isso, não esperem os professores que os "sindicalistas" (se é que os há, porque, por muito que custe a aceitar a quem isto vier a ler, não sou adepto nem mesmo do Sindicato em que estou inscrito e sou dirigente. Pertenço a um grupo de profissionais que se associaram para defesa de direitos e não para ser adepto de um com a finalidade de ganhar ao outro ou conseguir mais que o outro. Isso seria inaceitável. Cabe os Sindicatos defender os legítimos interesses dos seus associados. Não de representar quem não se associa. Se um Sindicato consegue melhores resultados para os professores, óptimo. Estamos todos do mesmo lado do muro (creio eu!). Por isso, como PROFESSOR regozijo-me com as conquistas de qualquer um para melhorar as condições de trabalho e o Ensino dos nossos filhos (porque, já agora, sou adepto dos meus filho... Sim, isso aceito que me chamem: PAI!) E não é por ser de um Sindicato que deixo de ser pai. E, muito embora muitos comentadores nos ataquem quando defendemos a Escola Pública, sempre contesto os comentários que fazem pois, se por ser do Sindicato não perco os direitos de cidadania como professor numa qualquer escola (podendo legitimamente aceitar integrar órgãos de direcção!) não é por ser professor que tenho menos direito a uma palavra na Escola dos meus filhos. Tudo que escrevo aqui, escrevo enquanto cidadão. Espero que não venham agora com a "treta" de que um "Dirigente da FNE" escreveu isto ou aquilo... Um bem-haja pela persistência em terem chegado ao fim do comentário. E, ao proprietário do Blogue (recuso-me o termo "bloguista"!) o meu obrigado pela possibilidade de expressar aqui o meu pensamento.
ResponderEliminarA sua ironia, meu caro, era dispensável. É que, meu caro, quando escreveu se esse seu - Ora, um "simples professor" - acabou por deixar cair o verniz. Via neste blogue algo de sincero. Algo de luta pelo que deveríamos ser todos: SIMPLESMENTE PROFESSORES. Concluo que defende a divisão da carreira. É que, quando escrevi "AGORA SOU UM SIMPLES PROFESSOR COM HORÁRIO LECTIVO COMPLETO", referia-me a que "NÃO SOU SINDICALISTA" , "NÃO SOU ADEPTO DE NENHUM SINDICATO", percebe? DEFENDO OS PROFESSORES, e com os mesmos direitos que todos. Creio que interpretou mal as palavras. É que sou um SIMPLES PROFESSOR apesar de ser PROFESSOR TITULAR, meu caro. Não tenho nenhum orgulho nisso. Basta pesquisa "Isabel Fevereiro" no youtube ou escrever "ferreirablog"no GOOGLE e ver o que diz esta senhora professora. ! Fiquei triste pelo seu ataque... Que pensa? Quero dizer-lhe que ao afirmar que "AGORA SOU UM SIMPLES PROFESSOR" reitera a minha luta pela Carreira Única. Foi a Ministra criou a divisão da Carreira e colocou-me, vergonhosamente - porque foi um concurso fundado em critérios absurdamente injustos - como PROFESSOR TITULAR!...
ResponderEliminarE, tal como disse no Congresso da FNE em 2008 TENHO VERGONHA DE SER TITULAR. Sim. Porque os critérios não foram os da competência. Essa, tenho-a reconhecida no currículo, mas não com o facto de ter chegado a Titular. O desprezo por si manifestado face aos que são simplesmente professores, é lamentável. Ora, um "simples professor" é o que queria voltar a ser, percebe. E quero acreditar que um dia voltaremos a uma carreira única. Ainda que com etapas divergetes conforme a competência demonstrada (mas com critérios justos, objectivos e sem quotas por agrupamento ou escola!). Ou será que o colega está do lado do muro de quem criou o Concurso a Professor Titular? É que o facto de eu dizer "agora sou um simples Professor", nada tem a ver com essa aberração que foi o concurso para "Professor Titular"... Por isso, está muito bem enganado. Creio que se equivocou, meu caro! Sou Professor Titular, mas disse-o no Congresso da FNE (onde estive pela primeira vez!) alto e bom som: Tenho Vergonha de ser "Titular." Este concurso foi uma farsa de concurso.
Não. Sou SIMPLESMENTE PROFESSOR, para além de um PAI ORGULHOSO nas filhas que frequentam a ESCOLA PÚBLICA, com a nota máxima a TODAS as disciplinas, que estiveram nas Olimpíadas da Matemática, e são Com a sua escola, CAMPEÃS NACIONAIS de Ginástica acrobática de Grupo. NUMA ESCOLA PÚBLICA - ALBERTO SAMPAIO, DE BRAGA. Para além disso, nem portista, nem benfiquista, nem clubista... disso, nenhum "ista". Percebe?
ResponderEliminarNada pode ser mais claro sobre como funciona a FNE do que ler os testamentos que aqui foram publicados pelo simples professor que usa muitas maiúsculas e pontos de exclamação. Que gritaria. Não se excite tanto que ninguém anda para aqui aos gritos. Credo. A sua posição sobre o caso está dada. Agora aclame-se lá. Sabe? É exactamente tudo isso que nós não somos na Sto Onofre. É exactamente isto que não queremos ser na Sto Onofre. Todas essas maiúsculas e exclamações vociferantes. Veja bem que na EBI nem sequer achamos que a unanimidade seja algo especialmente favorável. acreditamos é que há momentos em que o essencial é mais relevante do que o acessório. Outras vezes, é ao contrário. Neste caso, continuamos sem saber que o "simples professor" concorda ou não com a exoneração de um mandato sufragado. O resto, caro amigo, é acessório. Por isso é que é tão fácil que estejamos tão unidos na Sto Onofre. Podemos pensar muita coisa sobre tudo isto, mas há uma que ainda acreditamos que vale mais do que tudo o mais: votar tem de contar.
ResponderEliminarJÁ AGORA, porque creio que não entenderam, gostaria de dizer-lhe que apesar de estar no Sindicato desde 2004, exerço a docências sem qualquer descarga horária, logo, com horário completo como qualquer outro profissional da minha área. Foi por isso escrevi que "SOU UM SIMPLES PROFESSOR", lá porque estou no Sindicato, nem sou mais nem sou menos. E não é aceitável que alguém queira reduzir os direitos. Eu nunca iria para os Órgãos de gestão... Mas há quem queira esses cargos... E é legítimo que os aceitem. Quanto à destituição, OBVIAMENTE que a critico e estou em TOTAL DESACORDO. mas ficar sem órgão de gestão até que a decisão do Tribunal venha, num país como o nosso, também não sei se seria o mais correcto. O meu voto é de que as cosias se resolvam e que seja depois, recolocado o anterior EXECUTIVO que tinha mandato até 2010. Ainda assim, não desviemos o centro do problema. Esta confusão não foi provocada pelos colegas (a que chamaram de sindicalistas da FNE) mas por um Ministério Incompetente... O erro é atacarem os colegas no lugar de atacarem o Ministério! Somos o que somos, infelizmente... E a Ministra tem motivos para ficar a rir-se! Percebe?
ResponderEliminarEngana-se também, meu caro. Nunca tive tacho. Para além da experiência gratificante de conhecer profissionais com elevado nível... só perdi dinheiro, pois em vez de ficar ao lado de casa (12 Kms) desloquei-me durante mais de dois anos e meio, à minha custa, note bem, à minha custa (incluindo pagamento de portagens que passei a ter de usar!). Entrei sem me conhecerem de lado nenhum (apenas da Universidade, percebe?) porque não tenho partido, nem clube de futebol, nem mesmo religião, pelo que seria difícil entrar ali que não fosse por... competência! E desta não tenho qualquer dúvida pois está certificada por uma Universidade (pública!) reconhecida e por empresas insuspeitas (como a IBM) e em vários domínios...).
ResponderEliminarCaro ferreirablog.
ResponderEliminarNão tem de agradecer. Nestes 5 anos de blogue não apaguei um comentário sequer.
Simples professor: não foi ironia. Pareceu-me apenas oportuno sublinhar esse facto que me parece estar na origem de tudo o que de nefasto de se tem passado no nosso sistema escolarnos últimos anos.
Posso dizer de outro modo. No nosso país não se confia nos porfessores e isso entristece-me. Não basta dizer que confio em si meu caro professor. É preciso que o ferreirablog perceba quais os métodos que elegi para obter a sua informação; e isso faz toda a diferença.
Percebe agora?
Cumprimentos e apareça sempre. Mas continua sem nos dizer se concorda com a destituição de um CE com mandato até 2009 por não existirem candidaturas ao CGT.
Olá, meu caro. Confesso que, por te sentido que alguns comentários que foram "postados" pareciam querer insinuar que estaria "desencantado" por voltar a ser SIMPLESMENTE PROFESSOR, me perdi em divagações. Na verdade, saí e entrei nos organismos do ministério por minha iniciativa. Queriam que ficasse e saí. Mais. Estou como SIMPLES PROFESSOR por OPÇÃO. Esta minha frase destina-se apenas a valorizar o que mais aprecio da minha profissão. Decidi que voltaria à Escola, ao trabalho com os alunos, porque O QUE MAIS GOSTO É DE SER SIMPLESMENTE PROFESSOR. NÃO DUVIDE! E não estou arrependido. Aliás, foi por esta razão que recusei, apesar de insistências, a exercer funções numa Coordenação de Ensino Português em França. Sempre apreciei o debate de ideias sobre temas de Educação. A discussão é saudável. Já que nas entrelinhas não ficou expresso (porque o que está em causa é o que sucedeu e o reconhecimento de direitos profissionais e, em última instância, de cidadania a dois professores que, por serem dirigentes sindicais, não lhe são hipotecados. Para terminar, quero dizer-lhe inequivocamente que, tal como noutras circunstâncias, RECUSARIA, sem pensar duas vezes, O CONVITE que estes dois professores aceitaram. E recusaria, seguramente, por motivos que para estes professores podem não ser atendíveis. FICOU CLARO? Peço desculpa por não ter "postado" a resposta que, pelos vistos, lhe interessava mais do que a legitimidade da decisão destes dirigentes do SPZC (este sim, membro da FNE). Aliás, espero sinceramente que os Tribunais venham a dar razão ao Conselho Executivo que, creio tinha mandato, não até 2009, como (penso por lapso!) mas até 2010... Que os tribunais façam a sua parte. Este Ministério queixa-se de providências cautelares dos sindicatos, mas, a sua atitude não deixa outras alternativas. Aliás, com um Ministério que pautasse a sua conduta no estrito cumprimento da Lei, esta situação nem chegaria a existir. Por certo concorda comigo... Para rematar, quero lembrar que esta é uma questão que, sendo importante, não pode fazer os professores levantarem armas uns contra os outros desviando a atenção e criando desunião... Isso é o que quer o Ministério: criar "factos", lançar a confusão, em suma, dividir para reinar!
ResponderEliminarCaro Ferreirablog:
ResponderEliminar"Aliás, espero sinceramente que os Tribunais venham a dar razão ao Conselho Executivo que, creio tinha mandato, não até 2009, como (penso por lapso!) mas até 2010.."
Peço desculpa. O lapso foi meu: 2010. Estamos de acordo no essencial.
Obrigado por passar e por comentar.
Apareça sempre.
Cumprimentos.