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domingo, 21 de junho de 2009

luta jurídica em santo onofre (2)

 



(encontrei esta imagem aqui)


 


 


 


De acordo com as informações seguras que recebi, desenvolve-se o processo que o Conselho Executivo destituído de Santo Onofre (tinha mandato até junho de 2010) instituiu no Tribunal Administrativo Financeiro de Lisboa, com o patrocínio do advogado Paulo Graça, associado do escritório de advogados de Garcia Pereira, e financiado pelo SPGL.


 


Espera-se uma primeira decisão a qualquer momento. Pode até ser no sentido da cessação de funções da CAP de Santo Onofre e da retomada do exercício do destituído Conselho Executivo. Para os elementos da CAP de Santo Onofre é muito simples: a porta por onde entraram poderá ser a mesma por onde vão sair. Escudam-se no desconhecimento da situação que iam encontrar para justificar a quebra abrupta e em catadupa dos procedimentos de gestão do caso singular que é Santo Onofre. Foi atrevida a sua entrada pela porta principal. Terá se ser forçada a sua saída?


Há uma coisa que devem ter aprendido, espero eu: o verdadeiro ignorante não é aquele, ou aquela, que não sabe; é antes o que não sabe que não sabe e que exibe essa ignorância de modo triunfal e arrogante; e que não faz perguntas.

domingo, 17 de maio de 2009

luta jurídica em santo onofre

 



 


(encontrei esta imagem aqui)


 


 


 


De acordo com as informações seguras que recebi, decorre nesta altura o processo que o Conselho Executivo destituído de Santo Onofre (tinha mandato até junho de 2010) iniciou no Tribunal Administrativo Financeiro de Lisboa. O processo está a cargo do advogado Paulo Graça, associado do escritório de advogados de Garcia Pereira, e é financiado pelo SPGL.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

assaltos a escolas


 


(encontrei esta imagem aqui)


 


 


Leio no blogue do Paulo Guinote a seguinte notícia: 


 



"Chegado há não muitos minutos por mail:



Confirmou-se hoje no Agrupamento de Escolas da Freixianda a nomeação de uma CAP. A DRELVT não encontrou dentro do Agrupamento ninguém suficientemente competente para a função e convidou gente de fora, todos devidamente habilitados. São duas senhoras e um senhor, todos de 1.º Ciclo e todos com públicas ligações ao Partido Socialista a nível concelhio. Com destaque para um certo Hugo Cristóvão, presidente da Concelhia do PS em Tomar, candidato suplente a deputado, um jovem de 31 anos que sendo de QZP tem pouca experiência a dar aulas. Uma figura em tempos ligada ao SPLIU, antes de andar a saltar por cargos políticos, nomeadamente no IPJ de Santarém. Com uma ingenuidade que confrange, apresentaram-se na escola para “trabalhar em equipa e pôr a escola a funcionar”!!! eu diria que o que não está a funcionar é a cabeça delas.


Veremos então a habilidade para “pôr a escola a funcionar” e a capacidade de entrar para a nossa equipa de “incapazes”. Seja como for, o que importa é mesmo o suplementozito de remuneração e um poleiro perto de casa.


Está por isso definido o retrato-tipo das direcções ideais das escolas: falta de experiência, falta de noção da realidade e ligação ao partido.


Um(a) professor(a) do Agrupamento"



 


 


 


Sabe-se da pequenez do país e muito mais se conhece da influência que essa condição exerce nas relações mais locais, onde a pressão social faz o seu exercício no maior dos esplendores. A política partidária tem os vícios que se conhece e nos locais menos populosos repete os tiques dos "espaços grandes", só que de um modo menos conseguido em termos de descrição e de confidencialidade: tudo acaba mesmo por se saber.


Há um aspecto da vida dos partidos políticos que me deixa sempre perplexo: os que podem, os ditos maiores, têm como caderno de encargos de serviço público a colocação de militantes nos mais diversos lugares de chefia: nos serviços públicos e também nos privados; e fazem gala disso: ou seja, fica ao nível da abominável discussão à volta da soma dos campeonatos dos clubes de futebol.


Na situação actual da vida de muitas das escolas a coisa começa a ultrapassar os limites da "lata" conhecida: um qualquer militante - mesmo um professor que na sua própria escola ninguém elegeria para o que quer que seja, só se fosse por alguma espécie de castigo - escolhido, entre os oito ou nove existentes, para um qualquer dos dez lugares de uma qualquer comissão política concelhia, arvora-se no direito de andar por aí à pesca de um qualquer militante com as quotas em dia para fazer parte de uma qualquer comissão administrativa provisória de uma escola. Tudo isto à revelia do mais elementar princípio democrático: a escolha por sufrágio directo e universal. Não se augura um futuro nada promissor para a democracia portuguesa se os modernaços que orientam o partido que suporta este governo por lá continuarem ou se se coligarem em nome de um inevitável bloco central de interesses.


 


 

segunda-feira, 13 de abril de 2009

assalto ao conselho executivo de santo onofre (7)

 


 


Estive uns dias fora da rede. Acompanhei o que se estava a passar com o agrupamento de escolas onde sou professor mas tinha-me decidido a não postar no correntes em tempo real. Há, portanto, algumas questões que podem ter ficado fora de agenda neste tempo tão rápido e inaudito.


 


Houve um detalhe no processo de "assalto" a Santo Onofre que ainda não tive oportunidade de referir.


 


Soube-se, ainda no início desta coisa, que dois dos elementos da comissão administrativa provisória (CAP) são dirigentes da FNE. Percebi, uns dias depois, que havia mais um elemento da CAP que integrava uma das listas concorrentes às eleições no sindicato de professores da grande Lisboa (SPGL). Disseram-me que o tinham retirado das listas.


 


Pois bem. Já li por aqui diversos comentários de pessoas ligadas às estruturas sindicais que advogam o direito dos dirigentes sindicais pertencerem aos órgãos de gestão das suas escolas. Não vejo nenhum problema aí, mas parece-me que a partir da tomada da nova posse devem cessar as suas funções nos sindicatos.


 


Mas no que ao "assalto" em apreço diz respeito, e depois de se conhecer as inúmeras recusas de pessoas que consideraram que este processo de ocupação era de legalidade duvidosa e claramente lesivo da propalada autonomia das escolas, não era de esperar que dirigentes, ou candidatos a, sindicais se oferecessem para semelhante martírio. Por mais que se argumente com a juventude de alguns dos visados, esperava-se outra idoneidade dos mais experientes que os convidaram. É que o tempo passa e as marcas ficam. E mais: isto é muito mau para a saúde das democracias e para a estimulação do nobre exercício de cidadania que tanta falta nos faz; são exemplos muito negativos para afirmação do movimento sindical, embora se tenha de registar o diferente comportamento das centrais sindicais em causa.

sábado, 4 de abril de 2009

assalto ao conselho executivo de santo onofre (6)




 


 


FNE “respeita” decisão dos sindicalistas nomeados pelo ME para escola de Sto Onofre


 


Um senhor de nome João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, afirma não conhecer o assunto em detalhe, mas considera que se os dirigentes da sua organização decidiram assim foi na defesa dos professores, dos alunos, e das escolas envolvidas neste processo. É realmente espantosa a argumentação aduzida: nem uma referência na defesa da não destituição de um conselho executivo com mandato até 2010 por não ter havido candidaturas de professores ao CGT. E já se sabe: a exemplo de outras situações, os professores, e os alunos e os seus encarregados de educação, sabem muito bem com quem podem contar. Estamos sempre a aprender, mas confesso que nunca tinha visto nada assim. Parece-me que estas pessoas estão completamente inconscientes da situação que vão encontrar.


 


 


 


Comissão Provisória de Santo Onofre tem dois dirigentes sindicais


 


 


Confirma-se. Se ler a notícia, vai ficar a saber que a direcção da FNE não foi consultada para o efeito mas que também não se pronuncia sobre as matérias em causa. Estranho ou talvez nem tanto assim. Vamos aguardar pelos desenvolvimentos.


 

assalto ao conselho executivo de santo onofre (5)

 



  • Santo Onofre no DN, por Pedro Sousa Tavares.


 


Vou sair da rede por uma semana mas o correntes continua a postar todos os dias.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

assalto ao conselho executivo de santo onofre (4)

 


 


E neste período em que o que mais se aconselha é o merecido descanso, eis que a torrente de informação à volta do assalto ao conselho executivo de Santo Onofre não pára, naturalmente, de crescer. E pode-se adivinhar que o que vem por aí é uma onda crescente de indignação e de justa solidariedade.


 


Estava a fazer a passagem obrigatória pelos meus blogues de referência (até para isso tenho tido pouco tempo) quando dou com um post com o curriculum das pessoas que resolveram aceitar lugares na comissão administrativa provisória que entrou em funções em Santo Onofre. É sabida a reduzida dimensão do nosso país.


 


Só conheço uma das pessoas, precisamente a educadora que estava em exercício numa biblioteca de uma das escolas do 1º ciclo de agrupamento. 


 


Sei agora que se chama Maria Inês de Paula Fernandes e que é dirigente sindical da FNE.


 


Francamente. O que é que terá a dizer a respectiva central sindical?


 


Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

assalto ao conselho executivo de santo onofre (2)

 


Tutela acusa professores de Santo Onofre de “não cumprirem dever de cidadania”


 


 


Nenhum dos professores do agrupamento se candidatou ao conselho geral transitório num processo que foi aberto por três vezes. Mas isso não é motivo para demitir um conselho executivo com mandato até 2010 e que foi eleito democraticamente.


 


Estas declarações foram proferidas por dos secretários de estado da Educação. Não conheço este senhor, mas aconselho-o a questionar os deputados do partido que suporta este governo, e há vários que conhecem bem as Caldas da Rainha, e pergunte-lhes pelo grau de cidadania, digamos assim, da maioria dos professores deste agrupamento.

assalto ao conselho executivo de santo onofre (1)

 


Ora leia.


 


Elementos do CE de Sto Onofre admitem contestar decisão do ministério 


 


 


Conselho Executivo de Agrupamento de Santo Onofre destituído


 


 


Conselho executivo demitido por «fugir» à avaliação


 


 


Quer ler o despacho que efectiva a coisa? Clique aqui.