(a imagem é da responsabilidade do Paulo Sousa)
Não tive a oportunidade de estar presente, mas consigo imaginar a atmosfera que se viveu. Ora leia o belo relato que fui buscar ao blogue do Rui Correia, aqui.
"Já vivi, como suspeitarão, momentos muito agradáveis na minha escola, e desses momentos estou deliberadamente a excluir todos os que mais recentemente me inflamaram. Hoje aconteceu uma destas conflagrações de que me recordarei para sempre. O coro de Sto Onofre, formado pelas mais rouxinadas vozes de que há memória, decidiu recordar duas canções importantes no átrio da escola (“Os vampiros” do Zeca Afonso e “Jornada” do Lopes Graça). Fiquei surpreendido com o poder que estas canções concitam em quem as canta, mas mais ainda fiquei com a reacção do público que, acorreu, pressuroso e em massa, ao local. Alunos, professores, contínuos, pais, entoaram em conjunto as canções. Estas canções vivem e fazem viver. O que geram em quem as canta é arrebatador mas também em quem as ouve. Creio que é, sobretudo, a indesmentível autoridade da sua lírica, que criou em todos quantos hoje encheram o átrio da escola, um convencimento exacto da sua importância.
Tendo por cenário a frase “A liberdade constrói-se” creio que, mais uma vez, a nossa escola soube merecer o prestígio que justificadamente granjeou. A prolongada e veemente salva de palmas, seguida de um sentido “Sto Onofre, Sto Onofre, Sto Onofre…”, literalmente gritado em plenos pulmões, são exactas reproduções do sentimento de incêndio e de unidade que estão instalados neste agrupamento. Uma solidariedade que me parece bem ser indestrutível. Que não haja dúvida: sabemos a razão precisa por que nos sentimos tão enxovalhados."
Olá Paulo!
ResponderEliminarCá estou eu de novo.
Se calhar alguns pensavam que se tinham visto livres de mim! Nem pensar. A minha pouca assiduidade prendeu-se com motivos de saúde de alguém muito especial e que necessitou dos meus cuidados. Mas também porque há vida para além da escola.
De facto foi um momento lindo! Tenho pena que não tenhas estado presente. Mas alguém filmou e em breve poderás ver.
Junto aos andaimes de onde sobressai "A liberdade constrói-se", foi o local escolhido para o grupo recordar Abril e mais uma vez mostrar unidade. Isto apesar de "alguém" achar que tudo está mais calmo. Será falta de óculos?
ResponderEliminarMas nós nunca deixámos de estar calmos, Isabel. Estamos calmos, serenos e firmes. Como tu tão bem cantaste, "unidos como os dedos da mão". E cantas muito bem. :))
A verdade, quando impedida de marchar, refugia-se no coração dos homens e vai ganhando em profundidade o que parece perder em superfície... Um dia, essa verdade obscura, sobe das profundidades onde se exilara e surge tão forte claridade, que rasga as trevas do Mundo. (Rolão Preto)
ResponderEliminarÉ tão verdade!
Aqui estou eu, de pé, a bater palmas para todos os elementos do grupo coral, que sacrificam os seus intervalos para cantar, sim senhor, ”Vozes ao alto, vozes ao alto….havemos de chegar ao fim da estrada…… “ cantaram muito bem, com toda a garra e muita atitude....PARABÉNS e obrigada.
ResponderEliminarOh minha cara Maestrina e amiga.
ResponderEliminarÉs incansável e aqui te presto a minha homenagem.
Sei que estiveram muito bem e que foi um momento inesquecível.
Um beijo grande.
"Eles comem tudo..."
ResponderEliminarComerão... mas os "Pastelinhos de Belém" podem ser INDIGESTOS... e susceptíveis de provocarem ... AZIAS... os vampiros que tenham cuidado.
FORÇA PASTELINHOS!!!
Um abração para vós
Sim, mas a verdade a que o Rolão Preto se refer não é a tua. Nem a minha, apre.
ResponderEliminarrefer?! "Iii ca burro"
ResponderEliminarA refer é dos comboios, Sr. Correia (de transmissão)
ResponderEliminar