(encontrei esta imagem aqui)
Mais um tropeção na linguagem?
"A ideia tinha potencialidades. Manuela Ferreira Leite, ao assumir-se disponível para um governo de bloco central, estava a dar uma golpada no voto útil, a aumentar a imagem de credibilidade e seriedade - o momento é difícil -, a dizer ao País que ele é mais importante do que as politiquices. Seria raro um líder candidato a primeiro-ministro fazer a avaliação das circunstâncias antes das circunstâncias. Mas poderia ser um golpe de mestre. Uma atitude inusitada para tempos inusitados. Perigosa, e por isso mesmo ainda mais atractiva."
Esta notícia pode ter muito a ver com as políticas educativas do futuro próximo e tem, na minha opinião, toda a relação com a ideia de bloco central que tem governado a Educação nos últimos anos. A seguir com toda a atenção.
PS usou em tempo de antena imagens de crianças com o Magalhães pedidas pelo Ministério da Educação
Mas o partido político que apoia o actual governo é de alguma multinacional?
Claro que pertence caro amigo, já se esqueceu dos protocolos com a Microsoft? Leia lá bem, talvez consiga descobrir a alínea que diz que o PS é agente oficial da empresa americana em portugal
ResponderEliminarO que é chocante é esta naturalidade hodierna com que se confundem as margens das legitimidades institucionais. Será preciso sempre recordar o óbvio ou era inevitável que o insucesso escolar chegasse ao topo das hierarquias?
ResponderEliminarNããão!
ResponderEliminarMais Bloco Central, não!
E tu Paulo, que há muito que falas dessa hipótese. Até já me disseste"Não duvides!"
Como diria o outro: "Eles andem aí."