É comum, nos tempos modernos, pensar-se que os momentos desgraçados que vivemos no passado e que, na maioria dos casos, já só conhecemos pelos relatos da história, não voltam a acontecer: seja a inquisição, sejam os modelos totalitaristas e fascistas de sociedade, sejam as guerras pelos motivos mais variados - apuramento ou limpeza étnica, expansão e conquista territorial -;
não creio que estejam completamente afastados os climas que propiciaram tão horrorosas organizações da sociedade.
(Reedição. 1ª edição em 3 de Julho de 2007)
na minha opinião, o homem(nós) está longe de ter atingido o tal grau de maturidade intelectual que lhe permita por a salvo de novas e repetidas, sempre repetidas atrocidades.Ainda não nos sabemos respeitar como criaturas vivas entre iguais. quando isso acontecer, se não aniquilarmos o sonho antes, então um dia sonharemos em paz.
ResponderEliminarcomo homens que todos somos , o estado de plena perfeição e impossível , enquanto todos os homens tiverem Cérbero para pensar por si mesmos aquilo que bem entendem , nada mudará , porque enquanto um ser tão imperfeito como o ser humano poder pensar e agir por si mesmo com ideias próprias e meios tanto económicos como materiais mais do que muitos , haverá sempre "diferenças de opinião" alias diferenças em tudo porque cada homem tem as suas imperfeição pessoais , e imperfeições são como os gostos não se discutem.
ResponderEliminarComo Tudo no mundo nada é perfeito , tudo é simplesmente imperfeito.
Só que há homens mais imperfeitos que outros certamente.
Abraço
`Concordo com este comentário a não ser na parte em que diz não se discutirem os gosto. Acho que a razão da "nossa" imaturidade enquanto espécie e que põe em risco toda a existência terrena , reside principalmente na ausência de respeito das opiniões, porque discutir, podem-se discutir todas é salutar, é evolutivo, agora, têm todas elas que ser respeitadas sem excepção
ResponderEliminarObrigado pela visita, pelos comentário e por... discutirem :) Abraço.
ResponderEliminarSem dúvida: nem o mal, nem a história acabaram. A história não é uma sucessão de modelos acabada. A novidade ressurge até no âmago do que consideramos mais arcaico. Querem o nome duma doutrina política verdadeiramente moderna: fundamentalismo islâmico.
ResponderEliminarPara Fujimori, sim, a democracia triunfante teria acabado o inventário do possível. Tal como para Hegel, o Estado Prussiano e, para Estaline, o socialismo.
O fascismo, o nazismo e o estalinismo fazem parte da história pois, não creio que o tempo histórico seja uma curva ascendente, com alguns percalços pelo meio. É um processo muito complexo em que há avanços e recuos, sempre com novas formas. Nesse processo, cada um tem que inscrever o seu próprio tempo.
É uma pena que muitos façam a sua biografia ignorando a memória do tempo colectivo ou não estejam dispostos a considerar criticamente o passado, aceitando mitos e preconceitos, fundados em falsidades.
Esses serão o pasto fácil de novos totalitarismos.
Belo, de novo :). Obrigado. Subscrevo, especialmente, a tese: "não creio que o tempo histórico seja uma curva ascendente, com alguns percalços pelo meio. É um processo muito complexo em que há avanços e recuos, sempre com novas formas. Nesse processo, cada um tem que inscrever o seu próprio tempo".
ResponderEliminarPois, mas há quem se esqueça...
ResponderEliminarAinda hoje ouvi o argumento do "porque não fazes isso para não haver chatices?"